Talvez seja a nostalgia de fim de primeiro semestre na faculdade que tenha tomado conta de (aparentemente) bastante gente da minha sala, ou talvez seja a saudade que já tá dando da minha rotina acordar-biarticulado-floresta-estudar-dormir.
A questão é que analisando os últimos 4 meses, eu acho que me tornei uma pessoa melhor.
Aprendi muita coisa, fiz valer a pena os minutos dentro daquela universidade. Por mais que minhas notas não sejam as que eu gostaria e eu tenha me decepcionado com várias delas, eu fico feliz porque todo dia eu voltava pra casa com a sensação de dever cumprido.
Fiz amizades lá que eu não imaginava que tomariam proporções tão grandes em tão pouco tempo. Gente que já sabe da minha vida inteira, que me entende só com um olhar, me dá ombro quando eu preciso, upas quando eu estou triste, pedaços de torta para me animar. Vão na minha casa fazer nada, ficar conversando. Me ajudam a escolher a roupa e o perfume, me dão conselhos valiosos e sempre estão dispostos quando o assunto é festa.
Passei boa parte dos últimos meses alternando entre essas duas coisas: festas e estudos.
E olha que ali naquela faculdade, a primeira vista é todo mundo tão...igual. Depois você vai conhecendo melhor e vê que cada um tem seu valor e te completa de uma maneira.
Tem aquela amiga que completa o meu lado manteiga derretida com suas grosserias necessárias e as sacudidas para que eu acorde pra vida.
Tem a que completa falando aquilo que eu penso, mas prefiro não falar.
Tem também a que me acompanha nos biarticulados cantando músicas dos filmes da Disney e te ensinando a ser mais meiga.
Tem a que vai estar sempre lá em casa, tomando um vinho, falando besteiras e comendo pizza.
Tem aquela que me ensina sobre filmes, diretores de cinema, fotografia, me ajuda nos trabalhos, tá sempre disposta a dar risada sobre assuntos não tão engraçados mas que se tornam quando contados por ela.
Tem a que me faz rir por estar sempre rindo. Sempre, nas horas mais impróprias. Até da cara do reitor ela ri. E vive inflando meu ego com elogios bonitinhos.
Também tem a que me escuta sempre que eu precisar, fala mal dos professores comigo, me ensina a ter glamour e me faz ver que, de fato, homens são todos iguais.
Tem uma que à primeira vista, eu pensei que era uma fresquinha, mas não precisou nem de 5 minutos para ela me fazer mudar o que eu achava. A menina mais bem vestida e na minha opinião, a mais bonita de todas as calouras. Sempre disposta a me ajudar, emprestar cadernos para eu estudar e muito, muito cabeça no lugar. E tive a oportunidade de conhecer a família toda dela, e são todos muito legais, muito mesmo.
Tem a que pra tudo, cita uma comunidade do Orkut. Sabe de todas as fofocas da faculdade e agora deu de fazer intercâmbio cultural com outros países latino-americanos.
E tem a pentelha, que passa o dia te enchendo o saco sobre minhas roupas, minhas bolsas, homens e meu cigarro.
E tem ainda aquela que tem um sexto sentido incrível, que parece ser uma menininha, tem a voz mais meiga do mundo mas quando abre a boca você percebe a mulher de cabeça feita que ela é.
E tem mais meninas, meninas que eu ainda não posso chamar de amigas porque, bem, foi muito pouco tempo e a gente acabou não conversando o suficiente. Mas que eu espero nunca ter faltado com o respeito ou simpatia com elas.
Quanto aos meninos...bem, são poucos. Dois em especial se tornaram meus amigos. Amigos mesmo, BRÓDER, tá ligado?
Porra, o Lucas vai na minha casa, me leva chocooky, peida na minha frente, me apresenta bandas bacanonas e dificilmente eu sou vista na Floresta longe dele. E com ele foi assim, "amizade a primeira vista", desde o dia que eu vi o cara em São Paulo prestando Fuvest eu já simpatizei e o resto...fluiu.
O Chico, por mais que ele odeie que eu falo isso, ele é como se fosse uma amigona pra mim. Mas tudo bem, diversas vezes ele já esqueceu que eu era uma menina e me tratou como um amigão. É o cara que me dá um ombro quando eu preciso. Normalmente acompanhado de um cigarro. Ele bebe cerveja, fala não sei quantas línguas, tem uma bagagem cultural invejável, inteligente pra caralho, sempre com uma piadinha e uma opinião sobre qualquer assunto.
Aliás, os dois. Os dois sempre têm uma piadinha cretina.
Agora...O Pedro. O Pedro já era uma peça essencial na minha vida, já conheço ele há tempo o suficiente para isso. A gente sempre conversou muito. O Pedro é uma das pessoas mais maduras que eu conheço e junto com isso vem um senso de humor único.
Quando resolvemos que íamos morar juntos, eu juro que bateu um medo de que a convivência fosse estragar tudo, que um não ia mais suportar olhar pra cara do outro em menos de dois meses. Ainda bem, me enganei. Todo dia parece uma festa lá em casa. As conversas continuam, as risadas, as afinidades. Tudo vai muito bem, obrigada. E o amigo que já era mais do que especial, hoje...bem, eu não sei pensar em nenhuma classificação acima de "mais do que especial", mas se ela existir, essa é dele.
E eu me tornei uma pessoa melhor graças a cada uma dessas pessoas. Eu me valorizo mais hoje, me sinto até mais bonitinha, mais engraçada e mais divertida. Me sinto querida e tô sempre com um sorriso na cara, até nas chatíssimas aulas de História Social dos Meios Impressos.
E esses meus 4 meses valeram a pena. Fiz amigos maravilhosos, chorei, ri muito, conheci um cara legal, comecei um regime sério, aprimorei meus conhecimentos culinários, comi pouco doce, tive TPMs leves e mantive minhas unhas sempre feitas. Sabe, coisas que me deixam feliz.
12 de julho de 2006
Que bonito, que alegria, que be-le-za!
Obrigada Elisamir, agora vou abusar de você toda vez que quiser um template novo.
Me sinto então, obrigada a postar alguma coisa aqui pra inaugurar isso.
Apesar de nos últimos dias nada de muito emocionante ter acontecido, eu até estou feliz. Uma felicidade esquisita, intercalada com uns ataques de histeria quando me vejo jogada num sofá sem fazer absolutamente nada.
Tenho mais sono que o normal. Culpa de uns remédios que eu tô tomando pra controlar minha ansiedade e regular meu intestino (?). Em qualquer lugar que eu encoste por mais de 10 minutos, durmo. O clima de Maringá ajuda bastante. Um calor insuportável em pleno julho. Vai entender. Aí eu ligo o meu ventilador e durmo igual um bebezinho. Tenho sonhos desagradáveis, acordo sufocando, não ouço meu celular despertar às 10h e sempre, sem-pre, levanto só para o almoço.
Estou evitando sair durante a semana, é verdade. Não é só culpa de Maringá, afinal sempre tem um boteco com uma música agradável e cerveja bem gelada pra ir aqui. A questão é que eu não quero beber durante a semana.
Tô virando uma chata, eu sei.
(Mudei o sistema de comentários, e perdi os antigos, coisa e tal. Comentem aí pra eu ficar feliz e me empenhar a continuar atualizando isso aqui com certa freqüência ao invés de só me dedicar ao livejournal.)
Obrigada Elisamir, agora vou abusar de você toda vez que quiser um template novo.
Me sinto então, obrigada a postar alguma coisa aqui pra inaugurar isso.
Apesar de nos últimos dias nada de muito emocionante ter acontecido, eu até estou feliz. Uma felicidade esquisita, intercalada com uns ataques de histeria quando me vejo jogada num sofá sem fazer absolutamente nada.
Tenho mais sono que o normal. Culpa de uns remédios que eu tô tomando pra controlar minha ansiedade e regular meu intestino (?). Em qualquer lugar que eu encoste por mais de 10 minutos, durmo. O clima de Maringá ajuda bastante. Um calor insuportável em pleno julho. Vai entender. Aí eu ligo o meu ventilador e durmo igual um bebezinho. Tenho sonhos desagradáveis, acordo sufocando, não ouço meu celular despertar às 10h e sempre, sem-pre, levanto só para o almoço.
Estou evitando sair durante a semana, é verdade. Não é só culpa de Maringá, afinal sempre tem um boteco com uma música agradável e cerveja bem gelada pra ir aqui. A questão é que eu não quero beber durante a semana.
Tô virando uma chata, eu sei.
(Mudei o sistema de comentários, e perdi os antigos, coisa e tal. Comentem aí pra eu ficar feliz e me empenhar a continuar atualizando isso aqui com certa freqüência ao invés de só me dedicar ao livejournal.)
10 de julho de 2006
As minhas férias são as mais produtivas, sabe.
Tudo bem que vir pra Maringá não ajuda muito, já que não existe vida noturna durante a semana aqui, então só me resta começar a assistir a nova novela do Manoel Carlos, viciar e ter que ver essa porcaria até o fim, igual foi com Belíssima.
Separei uns livros que pretendo ler até o final do ano. Se não conseguir, será uma vergonha. São livros, 4 deles do Hornby, que é rapidinho de ler (até pra mim, que sou A_lesma). O outro é do famigerado Bukowski, que eu nunca li, mas depois que entrei pra faculdade ouvi tanto falar dele (cof cof) que preciso ver qualéquié a do cara. A mesma coisa aconteceu com a minha irmã, que é a dona do livro. Ela comprou, leu e não achou grandes coisas. Só disse que é putaria. Hé hé.
Comecei "Como ser legal" ontem, já li pouco mais de 50 páginas.
Assisti também "Ray" ontem. E hoje vi um filme que chamava "Apartamento 12" no Telecine Emotion. Depois passou "Patricinhas de Beverly Hills" e eu também vi. Aí que me surgiu a grande dúvida do dia: quando eu era criança, vi esse filme umas 385 vezes. Mas eu realmente não me lembro de cenas como aquela da festa em que a loirinha fuma um com o skatista. E nem de quando a Brittany Murphy (?) aparece e fala que adoraria umas ervas relaxantes, e respondem pra ela que lá eles não tem chá, mas "we can have some coke" e ela fica toda animadinha "YOU HAVE COKE HERE?".
Alguém sabe me dizer? Alguma menina, aliás, sonhou em ter o guarda roupa giratório igual o do filme? Eu sonhei. E lembro que mandei fazer sainhas xadrezas iguais a da protagonista. Hahaha, eu hein.
Tudo bem que vir pra Maringá não ajuda muito, já que não existe vida noturna durante a semana aqui, então só me resta começar a assistir a nova novela do Manoel Carlos, viciar e ter que ver essa porcaria até o fim, igual foi com Belíssima.
Separei uns livros que pretendo ler até o final do ano. Se não conseguir, será uma vergonha. São livros, 4 deles do Hornby, que é rapidinho de ler (até pra mim, que sou A_lesma). O outro é do famigerado Bukowski, que eu nunca li, mas depois que entrei pra faculdade ouvi tanto falar dele (cof cof) que preciso ver qualéquié a do cara. A mesma coisa aconteceu com a minha irmã, que é a dona do livro. Ela comprou, leu e não achou grandes coisas. Só disse que é putaria. Hé hé.
Comecei "Como ser legal" ontem, já li pouco mais de 50 páginas.
Assisti também "Ray" ontem. E hoje vi um filme que chamava "Apartamento 12" no Telecine Emotion. Depois passou "Patricinhas de Beverly Hills" e eu também vi. Aí que me surgiu a grande dúvida do dia: quando eu era criança, vi esse filme umas 385 vezes. Mas eu realmente não me lembro de cenas como aquela da festa em que a loirinha fuma um com o skatista. E nem de quando a Brittany Murphy (?) aparece e fala que adoraria umas ervas relaxantes, e respondem pra ela que lá eles não tem chá, mas "we can have some coke" e ela fica toda animadinha "YOU HAVE COKE HERE?".
Alguém sabe me dizer? Alguma menina, aliás, sonhou em ter o guarda roupa giratório igual o do filme? Eu sonhei. E lembro que mandei fazer sainhas xadrezas iguais a da protagonista. Hahaha, eu hein.
6 de julho de 2006
Apesar de uns amigos meus aí rirem da minha cara quando eu falei que gosto de Cazuza (indiezinhos filhos da puta!), tem hora que várias das letras dele se encaixam perfeitamente na minha vida. Cazuza eu aprendi a gostar com mamãe, que dança com o dedinho assim, sabe, quando toca a música dele em algum lugar.
"Até nas coisas mais banais, pra mim é tudo ou nunca mais."
E-xa-ge-ra-da.
"Até nas coisas mais banais, pra mim é tudo ou nunca mais."
E-xa-ge-ra-da.
4 de julho de 2006
Olha, eu sou muito tiete do meu amigo Lucas. Isso todo mundo já tá careca de saber. O cara manda muito bem em tudo que faz (hé hé).
"Eu tenho uma camiseta escrita The Raveonettes.
Foi a Flávia que me deu, ela é uma mobilete."
"Eu tenho uma camiseta escrita The Raveonettes.Foi a Flávia que me deu, ela é uma mobilete."
Me sinto, portanto, na obrigação de "apresentar" pra vocês a sua nova banda, que já não é mais tão nova assim.
A Móbiles surgiu há uns 2 meses, fazendo o que eles chamam de TERRORISMO POP. A primeira apresentação foi no Bar Pandora e em junho. Semana passada eles tocaram no Porão e foi melhor ainda, na minha singela opinião.
A banda foi muito bem sucedida na divulgação através do Orkut. Em pouco tempo eles já tinham mais de 3000 downloads no Trama Virtual. Já apareceram no programa Enfoque e saíram em dois jornais daqui de Curitiba, que agora não me lembro quais são.
Dia 19, tocarão no Wonka Bar. Quem estiver em Curitiba, faça-me o favor de ir assistir.
O post todo foi uma desculpa boa para eu colocar a letra de umas das músicas, para mim a mais bonitae a que anda me fazendo mais sentido, no momento. A letra é do Gian, vocalista.
AQUI vocês encontram as músicas para baixar e os links para os projetos solos de cada integrante.
Narciso
Enquanto eu tiver a mim e aos meus vícios, acho que está tudo bem.
Enquanto não houver motivo, Deus deixa estar por aqui.
Apreciando um pouco mais as imagens que se formam nos cacos de vidro pelo chão.
Enquanto eu tiver a mim e um pouco deste vinho,
não importará o destino dos seus pés.
Eu cansei de seguir as mesmas pegadas,
se elas nunca me levam pra onde eu quero ir.
E quer saber?
Sempre enxerguei coisas de mais dentro de você
Coisas que já não importam mais.
Enquanto eu tiver a mim e aos meus vícios...
Eu não preciso de ninguém...
Eu não preciso de você.
A Móbiles surgiu há uns 2 meses, fazendo o que eles chamam de TERRORISMO POP. A primeira apresentação foi no Bar Pandora e em junho. Semana passada eles tocaram no Porão e foi melhor ainda, na minha singela opinião.
A banda foi muito bem sucedida na divulgação através do Orkut. Em pouco tempo eles já tinham mais de 3000 downloads no Trama Virtual. Já apareceram no programa Enfoque e saíram em dois jornais daqui de Curitiba, que agora não me lembro quais são.
Dia 19, tocarão no Wonka Bar. Quem estiver em Curitiba, faça-me o favor de ir assistir.
O post todo foi uma desculpa boa para eu colocar a letra de umas das músicas, para mim a mais bonitae a que anda me fazendo mais sentido, no momento. A letra é do Gian, vocalista.
AQUI vocês encontram as músicas para baixar e os links para os projetos solos de cada integrante.
Narciso
Enquanto eu tiver a mim e aos meus vícios, acho que está tudo bem.
Enquanto não houver motivo, Deus deixa estar por aqui.
Apreciando um pouco mais as imagens que se formam nos cacos de vidro pelo chão.
Enquanto eu tiver a mim e um pouco deste vinho,
não importará o destino dos seus pés.
Eu cansei de seguir as mesmas pegadas,
se elas nunca me levam pra onde eu quero ir.
E quer saber?
Sempre enxerguei coisas de mais dentro de você
Enquanto eu tiver a mim e aos meus vícios...
Eu não preciso de ninguém...
Eu não preciso de você.
2 de julho de 2006
Sabe?
Então. Ontem.
O Brasil perdeu, saiu da copa, agora só 2010. Eu perdi, saí de cena, mas não tenho uma próxima data.
Saí, não me diverti o tanto que precisava para melhorar, não tomei cerveja suficiente para gerar aquela euforia que acaba em vazio no final da noite.
Na verdade, tá tudo podre, tudo errado. Gente vazia, relações vazias. Isso chega a me dar nojo.
Esse é um jogo que eu não vou e nem quero aprender.
Então. Ontem.
O Brasil perdeu, saiu da copa, agora só 2010. Eu perdi, saí de cena, mas não tenho uma próxima data.
Saí, não me diverti o tanto que precisava para melhorar, não tomei cerveja suficiente para gerar aquela euforia que acaba em vazio no final da noite.
Na verdade, tá tudo podre, tudo errado. Gente vazia, relações vazias. Isso chega a me dar nojo.
Esse é um jogo que eu não vou e nem quero aprender.
1 de julho de 2006
25 de junho de 2006
Essa semana que passou foi do cão, puta que pariu. Tive uns 7 trabalhos pra fazer e nenhum era lá tão simples. Enfim, me fodi. Agora é esperar os resultados e torcer pra não ter pegado nenhuma final.
Fico mais 1 semana e alguns dias aqui em Curitiba. Depois vou ser feliz de verdade em Maringá e mais feliz ainda no Rio de Janeiro ao lado das pessoas que mais me fazem sentir saudade.
Apesar de tudo, alguns poucos momentos bons. Nada que tenha mudado minha vidinha da água pro vinho, mas eu não me permito a isso também, é verdade.
Fico mais 1 semana e alguns dias aqui em Curitiba. Depois vou ser feliz de verdade em Maringá e mais feliz ainda no Rio de Janeiro ao lado das pessoas que mais me fazem sentir saudade.
Apesar de tudo, alguns poucos momentos bons. Nada que tenha mudado minha vidinha da água pro vinho, mas eu não me permito a isso também, é verdade.
18 de junho de 2006
São poucas as bandas que me fazem parar pra ouvir, prestar atenção, querer ter o CD com o encarte bonitinho. Normalmente eu baixo as músicas e elas ficam aqui no computador só, mesmo. Até porque eu só escuto música aqui ou quando resolvo comprar pilha pro meu discman. (Aliás, vocês viram quanto tá custando um negócio com 4 pilhas na americanas? 9,99. é um absurdo.)
Mas voltando a o que eu vim aqui pra contar. Desde quando a Luana Piovani tinha aquele programa na MTV e morava em NY, aquela música que tocava na abertura me chamava a atenção.
Aí no ano retrasado, eu tirei uma foto com o Evandro que até hoje é a minha preferida, e lembrei daquela música. Nem sabia quem cantava, mas o Google é meu pastor. Digitei a parte da letra que eu lembrava e achei lá: Mundo Livre S/A - Meu esquema.
Pra conseguir baixar em mp3 foi um estupro. Dias e dias tentando.
Mas tá, ficou por isso. Uma musiquinha e pronto.
Aí este ano ganhei um computador só pra mim e pude rechear de músicas de que gosto sem minhas irmãs reclamarem. E lembrei do tal Mundo Livre.
Baixei freneticamente uma porrada de músicas. E de uns tempos pra cá eu viciei totalmente.
É lindo, calminho, daquelas músicas que te fazem parar de prestar atenção em tudo só pra ouvi-las concentrada.
E acho que quem me conhece bem, sabe que eu tenho pa-vor de música que me dê dor de cabeça.
Aí eu só quis escrever isso porque sábado tem show deles de graça. Só espero que não seja aquela putaria igual foi Mombojó, que fizeram um show de 40 minutos.
E para os interessados, eu recomendo as seguintes músicas:
Caindo em si
Caiu a Ficha
O triste fim de Manuelita
Pastilhas Coloridas
Inocência
E a já citada, Meu esquema.
Mas voltando a o que eu vim aqui pra contar. Desde quando a Luana Piovani tinha aquele programa na MTV e morava em NY, aquela música que tocava na abertura me chamava a atenção.
Aí no ano retrasado, eu tirei uma foto com o Evandro que até hoje é a minha preferida, e lembrei daquela música. Nem sabia quem cantava, mas o Google é meu pastor. Digitei a parte da letra que eu lembrava e achei lá: Mundo Livre S/A - Meu esquema.
Pra conseguir baixar em mp3 foi um estupro. Dias e dias tentando.
Mas tá, ficou por isso. Uma musiquinha e pronto.
Aí este ano ganhei um computador só pra mim e pude rechear de músicas de que gosto sem minhas irmãs reclamarem. E lembrei do tal Mundo Livre.
Baixei freneticamente uma porrada de músicas. E de uns tempos pra cá eu viciei totalmente.
É lindo, calminho, daquelas músicas que te fazem parar de prestar atenção em tudo só pra ouvi-las concentrada.
E acho que quem me conhece bem, sabe que eu tenho pa-vor de música que me dê dor de cabeça.
Aí eu só quis escrever isso porque sábado tem show deles de graça. Só espero que não seja aquela putaria igual foi Mombojó, que fizeram um show de 40 minutos.
E para os interessados, eu recomendo as seguintes músicas:
Caindo em si
Caiu a Ficha
O triste fim de Manuelita
Pastilhas Coloridas
Inocência
E a já citada, Meu esquema.
14 de junho de 2006
13 de junho de 2006
E eu juro que queria conseguir falar, ser direta, não ficar só falando besteirinhas e esperando ser entendida. Também queria realmente me convencer que é melhor assim, cada um no seu canto e os dois reclamando.
Queria também tocar o foda-se, dar tiros no escuro, pisar em falso.
Todo mundo já sabe. Menos quem precisa saber. Culpa minha, eu sei. Tudo culpa minha.
Sou uma bunda mole, mesmo. Não tenho pulso firme e um sorrisinho, uma frase dúbia que seja, me deixam inteira derretida.
É, eu não soube perceber aquele momento de que já falei. Ele passou despercebido e quando eu vi, já tava assim, ouvindo Adriana Calcanhotto e querendo furar o dedo e fazer um pacto contigo.
Queria também tocar o foda-se, dar tiros no escuro, pisar em falso.
Todo mundo já sabe. Menos quem precisa saber. Culpa minha, eu sei. Tudo culpa minha.
Sou uma bunda mole, mesmo. Não tenho pulso firme e um sorrisinho, uma frase dúbia que seja, me deixam inteira derretida.
É, eu não soube perceber aquele momento de que já falei. Ele passou despercebido e quando eu vi, já tava assim, ouvindo Adriana Calcanhotto e querendo furar o dedo e fazer um pacto contigo.
12 de junho de 2006
4 de junho de 2006
Maldita hora. Maldito instante em que eu olhei. Maldita visão.
Sempre existe aquele momento em que a gente pode escolher entre o se apaixonar e o levar na brincadeira. Sempre existe.
O problema é deixar ele passar despercebido. Depois, meu amigo, você se fodeu.
Eu fico bastante impressionada com a dimensão que as coisas tomam quando eu estou de TPM. Depois eu penso em tudo que passou pela minha cabeça naqueles dias, vejo o drama que eu fiz, como eu fui idiota e como eu fiquei vulnerável. Como eu abri a boca quando não podia, como eu vi coisa onde não existia. Enfim, um monte de cagada que eu consigo fazer durante esta uma semana em que eu passo pela maldita TPM.
Quando eu ainda me envolvia com pessoas e tinha uma vida amorosa razoável, todas as brigas aconteciam nesta semana. Sem exceções. Eu fico muito pateta, ciumenta, chata e chorona. Naquela época eu tinha alguém com quem fazer as pazes e dormir abraçadinho.
Hoje eu agarro o meu segundo travisseiro, mesmo.
Aí quando termina a TPM, vêm as cólicas e o mau humor causado por elas. Tem hora que eu realmente queria ter nascido com um pipi.
Enfim, hoje eu me senti bem idiota quando me vi comprando um pacote de absorventes e uma barra de 200g de Hershey's branco com cookies.
Isto poderia ser chamado de crise existencial de 5 dias. Desculpem, eu juro que não sou assim sempre.
Eu nem gosto tanto assim de chocolate.
depois...(01:11)
Olhar aquivo do Blog pode ser bem legal. Você acha coisas como esta.
Quisera eu estar exatamente desse jeito, só que agora.
Sempre existe aquele momento em que a gente pode escolher entre o se apaixonar e o levar na brincadeira. Sempre existe.
O problema é deixar ele passar despercebido. Depois, meu amigo, você se fodeu.
Eu fico bastante impressionada com a dimensão que as coisas tomam quando eu estou de TPM. Depois eu penso em tudo que passou pela minha cabeça naqueles dias, vejo o drama que eu fiz, como eu fui idiota e como eu fiquei vulnerável. Como eu abri a boca quando não podia, como eu vi coisa onde não existia. Enfim, um monte de cagada que eu consigo fazer durante esta uma semana em que eu passo pela maldita TPM.
Quando eu ainda me envolvia com pessoas e tinha uma vida amorosa razoável, todas as brigas aconteciam nesta semana. Sem exceções. Eu fico muito pateta, ciumenta, chata e chorona. Naquela época eu tinha alguém com quem fazer as pazes e dormir abraçadinho.
Hoje eu agarro o meu segundo travisseiro, mesmo.
Aí quando termina a TPM, vêm as cólicas e o mau humor causado por elas. Tem hora que eu realmente queria ter nascido com um pipi.
Enfim, hoje eu me senti bem idiota quando me vi comprando um pacote de absorventes e uma barra de 200g de Hershey's branco com cookies.
Isto poderia ser chamado de crise existencial de 5 dias. Desculpem, eu juro que não sou assim sempre.
Eu nem gosto tanto assim de chocolate.
depois...(01:11)
Olhar aquivo do Blog pode ser bem legal. Você acha coisas como esta.
Quisera eu estar exatamente desse jeito, só que agora.
31 de maio de 2006
Sabe, eu bebo pra afogar minhas mágoas, mas as danadas estão aprendendo a nadar. E olha, como a vida é uma montanha, um dia você está lá no alto, com teus amigos, com um namorado bacana, com a família. Aí tudo está ótimo, maravilha, jóia. Mas lá no alto o ar é mais rarefeito e a temperatura é mais baixa, dá aquele friozinho às vezes.
Aí você resolve descer, por conta própria, só você, mais ninguém! Aí vai descendo e começa a se arrepender. Lá do alto você via tudo bem mais claro e límpido, tinha uma visão panorâmica que era uma beleza. Durante a descida as coisas se tornam mais sombrias e fica meio impossível você enxergar onde tá pisando e passa a correr o grande risco de tropeçar (isso se não tiver uma daquelas armadilhas que envolvem buracos e redes cobertas por folhas).
Mas você continua descendo. Vai, vai, vai. Aí chega na base, no fim, lá embaixo. Nem pensa em olhar pra trás pra ver a longa caminhada. Tá mais é preocupada em pensar que agora tudo estar mais confortável e mais, ahn, quentinho.
Passa a respirar melhor, também. Você fica uns meses lá, começa a achar que realmente fez a escolha certa. Mas aí...chega uma frente fria. E você ouve dizer que lá no topo tão rolando umas festas DA-HORA. E você está lá, passando frio, sozinha, sem ter com quem conversar, seus cigarros acabaram e nem um litro de Jamel tem.
No teu discman (NEM IPOD VOCÊ TEM, PORRA?!) só toca, putz, Coldplay.
Você pensa em subir de volta. Mas, meu filho, a subida exige muito mais. Estes anos fumando darão as caras agora. Ó, céus, é o fim!
(Texto inspirado na possível criação da "Sociedade dos poetas medíocres". Faço aqui uma adição: tô mais pra filósofa. FALAÍ.)
Aí você resolve descer, por conta própria, só você, mais ninguém! Aí vai descendo e começa a se arrepender. Lá do alto você via tudo bem mais claro e límpido, tinha uma visão panorâmica que era uma beleza. Durante a descida as coisas se tornam mais sombrias e fica meio impossível você enxergar onde tá pisando e passa a correr o grande risco de tropeçar (isso se não tiver uma daquelas armadilhas que envolvem buracos e redes cobertas por folhas).
Mas você continua descendo. Vai, vai, vai. Aí chega na base, no fim, lá embaixo. Nem pensa em olhar pra trás pra ver a longa caminhada. Tá mais é preocupada em pensar que agora tudo estar mais confortável e mais, ahn, quentinho.
Passa a respirar melhor, também. Você fica uns meses lá, começa a achar que realmente fez a escolha certa. Mas aí...chega uma frente fria. E você ouve dizer que lá no topo tão rolando umas festas DA-HORA. E você está lá, passando frio, sozinha, sem ter com quem conversar, seus cigarros acabaram e nem um litro de Jamel tem.
No teu discman (NEM IPOD VOCÊ TEM, PORRA?!) só toca, putz, Coldplay.
Você pensa em subir de volta. Mas, meu filho, a subida exige muito mais. Estes anos fumando darão as caras agora. Ó, céus, é o fim!
(Texto inspirado na possível criação da "Sociedade dos poetas medíocres". Faço aqui uma adição: tô mais pra filósofa. FALAÍ.)
28 de maio de 2006
Pedro diz:
Acabei de ver uma coisa na conta telefônica.
Flávia. diz:
O que?
Pedro diz:
Sabe quantos minutos a gente usou dos 600?
Pedro diz:
85.
Flávia. diz:
HAHAHAHAHHAAHA
Flávia. diz:
Vixi
Pedro diz:
Dá pra vender minuto.
Flávia. diz:
é?
Pedro diz:
Vamos botar cartazes no prédio do tipo: Aluga-se telefone para chamadas locais.
Flávia. diz:
HAHAHAHAHAHAHAHAHHAAHAHA
Pedro diz:
Aí quem não tem telefone vem e usa o nosso.
Flávia. diz:
Ótima idéia.
Acabei de ver uma coisa na conta telefônica.
Flávia. diz:
O que?
Pedro diz:
Sabe quantos minutos a gente usou dos 600?
Pedro diz:
85.
Flávia. diz:
HAHAHAHAHHAAHA
Flávia. diz:
Vixi
Pedro diz:
Dá pra vender minuto.
Flávia. diz:
é?
Pedro diz:
Vamos botar cartazes no prédio do tipo: Aluga-se telefone para chamadas locais.
Flávia. diz:
HAHAHAHAHAHAHAHAHHAAHAHA
Pedro diz:
Aí quem não tem telefone vem e usa o nosso.
Flávia. diz:
Ótima idéia.
