J: We really do need to move on and meet new people and have new relationships.
D: It's weird how that happens, isn't it? You still love the person but you just stop needing him like you used to.
Tão bom.
15 de março de 2008
"Olha, eu estou te escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim. Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa."
Caio Fernando Abreu
Tô com preguiça.
Tô com preguiça.
5 de março de 2008
This is how it works
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath
No, this is how it works
You peer inside yourself
You take the things you like
And try to love the things you took
And then you take that love you made
And stick it into some
Someone else's heart
Pumping someone else's blood
And walking arm in arm
You hope it don't get harmed
But even if it does
You'll just do it all again.
;)
You're young until you're not
You love until you don't
You try until you can't
You laugh until you cry
You cry until you laugh
And everyone must breathe
Until their dying breath
No, this is how it works
You peer inside yourself
You take the things you like
And try to love the things you took
And then you take that love you made
And stick it into some
Someone else's heart
Pumping someone else's blood
And walking arm in arm
You hope it don't get harmed
But even if it does
You'll just do it all again.
;)
10 de fevereiro de 2008
Talvez esse post fique parecendo um "Promessas para 2008", mas não é bem isso. Preciso desabafar, gente.
Desde que me mudei pra Curitiba, fico adiando algumas resoluções o tanto quanto posso. E são decisões do campo profissional E pessoal. Mas cheguei ao meu limite, cansei de "ah, mês que vem faço isso". Não, não dá. Já é meu quarto ano morando fora e preciso entender que não tenho mais minha mamãe do lado pra ver se eu estou precisando de meias novas.
Então vou embora pra Curitiba provavelmente dia 20 e me dei dois dias para ir atrás de todas as coisas que preciso.
Claro, das coisas concretas.
Depois têm todas aquelas outras pequenas mas que vão se acumulando e, né, cansam. Por exemplo, cansei de esperar gente indecisa, então, bem, não sabe o que quer...TCHAU.
Então é isso. Depois das férias mais turbulentas de toda minha vida (ou como diz Homer Simpson "da sua vida...até agora"), tento aos poucos colocar tudo nos eixos.
Desde que me mudei pra Curitiba, fico adiando algumas resoluções o tanto quanto posso. E são decisões do campo profissional E pessoal. Mas cheguei ao meu limite, cansei de "ah, mês que vem faço isso". Não, não dá. Já é meu quarto ano morando fora e preciso entender que não tenho mais minha mamãe do lado pra ver se eu estou precisando de meias novas.
Então vou embora pra Curitiba provavelmente dia 20 e me dei dois dias para ir atrás de todas as coisas que preciso.
Claro, das coisas concretas.
Depois têm todas aquelas outras pequenas mas que vão se acumulando e, né, cansam. Por exemplo, cansei de esperar gente indecisa, então, bem, não sabe o que quer...TCHAU.
Então é isso. Depois das férias mais turbulentas de toda minha vida (ou como diz Homer Simpson "da sua vida...até agora"), tento aos poucos colocar tudo nos eixos.
17 de janeiro de 2008
Aproveitando que loguei na conta do google que eu uso no blogger (porque eu tenho tipo 8 contas no google e morro de preguiça de deslogar em uma e logar em outra), vou dar uma postada.
Welly, welly, well.
No último dia de 2007 pela manhã recebi a notícia mais triste da minha vida. Passei a virada sem conseguir respirar direito, de tanto que me doía a idéia de nunca mais me encontrar com uma das pessoas por quem tenho maior carinho. Enfim.
Aos poucos a dor vai passando, mas a saudade aumenta a cada dia. E ela dá as caras nas horas mais inesperadas, quando se está andando pela rua e em alguma loja está tocando a música que te faz lembrar todos os bonitos momentos passados.
Eu poderia fazer um post de muitos e muitos caracteres contando tudo que eu passei com o Daniel. Tudo que eu aprendi com ele, todas as risadas, todas as conversas que nós tínhamos por madrugadas inteiras. Mas ainda não consigo. Não dá.
Agora eu só sei dizer que eu sinto a falta dele, de um jeito que jamais senti de alguém. E que eu nunca vou falar "eu amava esse menino" porque nesse caso o verbo nunca poderá ser usado no passado.
Welly, welly, well.
No último dia de 2007 pela manhã recebi a notícia mais triste da minha vida. Passei a virada sem conseguir respirar direito, de tanto que me doía a idéia de nunca mais me encontrar com uma das pessoas por quem tenho maior carinho. Enfim.
Aos poucos a dor vai passando, mas a saudade aumenta a cada dia. E ela dá as caras nas horas mais inesperadas, quando se está andando pela rua e em alguma loja está tocando a música que te faz lembrar todos os bonitos momentos passados.
Eu poderia fazer um post de muitos e muitos caracteres contando tudo que eu passei com o Daniel. Tudo que eu aprendi com ele, todas as risadas, todas as conversas que nós tínhamos por madrugadas inteiras. Mas ainda não consigo. Não dá.
Agora eu só sei dizer que eu sinto a falta dele, de um jeito que jamais senti de alguém. E que eu nunca vou falar "eu amava esse menino" porque nesse caso o verbo nunca poderá ser usado no passado.
31 de dezembro de 2007
2007, o ano que vai entrar pra minha história.
Depois de 2006, o ano em que tudo que podia dar errado deu, não seria muito difícil uma superação. Mas tudo foi muito além do que eu esperava.
Fiquei mais próxima de amigos que me fazem muito bem, que estão sempre perto de mim pra tudo que eu precisar, que me ouvem e, nos finais de semana, me levam para as melhores festas, me convidam para um passeio no parque ou só pra um chazinho de tarde.
Não me apaixonei. Não tive meu coração partido em mil pedacinhos e devo dizer que isso é uma grande novidade pra mim. Nesse ano fiquei assim, tranqüila, juntando os cacos do ano passado e talvez tenha sido isso que me impediu de cair nessa de me apaixonar cegamente pelo primeiro cara que me desse cinco minutos de atenção.
O segundo ano de faculdade me pareceu muito mais tranqüilo. Ao menos nenhum professor nos mandou fazer trabalho sem noção baseado em um livro de 600 páginas. Produzi bastante, gostei da maioria dos resultados. Admito que no segundo semestre fui uma aluna bem mais relapsa, faltando em boa parte das aulas porque, né, não tinha chamada e eu gosto de dormir até 13h.
2007 foi o ano em que eu fiz minha primeira entrevista de emprego, arrumei meu primeiro estágio, saí durante a semana para tomar cerveja depois do expediente, mudei de apartamento, mas mantive o melhor roomie DO BRASIL, conheci gente nova e interessante, vi a Bjork de perto, fui para o Rio de Janeiro e passei os melhores dias do ano perto do melhor amigo do mundo, viajei com meus amigos pra um final de semana inesquecível na praia, tive um dia reservado na semana para a Elisa ir na minha casa e a gente ficar...né.
Valeu ae, gente boa. E que venha 2008, mas só se for pra deixar 2007 no chinelo.
Depois de 2006, o ano em que tudo que podia dar errado deu, não seria muito difícil uma superação. Mas tudo foi muito além do que eu esperava.
Fiquei mais próxima de amigos que me fazem muito bem, que estão sempre perto de mim pra tudo que eu precisar, que me ouvem e, nos finais de semana, me levam para as melhores festas, me convidam para um passeio no parque ou só pra um chazinho de tarde.
Não me apaixonei. Não tive meu coração partido em mil pedacinhos e devo dizer que isso é uma grande novidade pra mim. Nesse ano fiquei assim, tranqüila, juntando os cacos do ano passado e talvez tenha sido isso que me impediu de cair nessa de me apaixonar cegamente pelo primeiro cara que me desse cinco minutos de atenção.
O segundo ano de faculdade me pareceu muito mais tranqüilo. Ao menos nenhum professor nos mandou fazer trabalho sem noção baseado em um livro de 600 páginas. Produzi bastante, gostei da maioria dos resultados. Admito que no segundo semestre fui uma aluna bem mais relapsa, faltando em boa parte das aulas porque, né, não tinha chamada e eu gosto de dormir até 13h.
2007 foi o ano em que eu fiz minha primeira entrevista de emprego, arrumei meu primeiro estágio, saí durante a semana para tomar cerveja depois do expediente, mudei de apartamento, mas mantive o melhor roomie DO BRASIL, conheci gente nova e interessante, vi a Bjork de perto, fui para o Rio de Janeiro e passei os melhores dias do ano perto do melhor amigo do mundo, viajei com meus amigos pra um final de semana inesquecível na praia, tive um dia reservado na semana para a Elisa ir na minha casa e a gente ficar...né.
Valeu ae, gente boa. E que venha 2008, mas só se for pra deixar 2007 no chinelo.
21 de dezembro de 2007
Ok, hoje estou reclamona, chata e mal humorada. Passei cerca de 11 horas na estrada voltando de Balneário Camboriu, cheguei aqui, dormi até umaQuan da tarde e meu pai me fez ir trabalhar lá pra ele no "consultório médico, boa tarde". ENFIM.
Hoje vim aqui pra prestar um serviço à população. E vou falar sobre COMO SE COMPORTAR EM UMA VIAGEM DE ÔNIBUS.
Vamos lá.
- Logo que o ônibus chega na rodoviária, aquele bolo de gente se aglomera querendo se livrar logo das malas. Tenha paciência, não saia por aí passando com sua mala de carrinho por cima dos pés dos outros. Além do mais, se sua mala é uma das últimas a ser guardada, será uma das primeiras e ser retirada, certo? Certo.
- Entrou no ônibus, achou seu lugar. Se for de janela, acomode-se e pronto. Se for corredor e a pessoa da janela ainda não tiver chegado, não vá fazer cara feia quando ela chegar. Levante-se educadamente e deixe ela sentar. Não vá fazer a pobre coitada se contorcer pra passar por você. E assim você não corre o risco de acabar com a ela caída no seu colo.
- Antes de abaixar o encosto do seu banco, não custa nada dar uma olhadinha pra trás e conferir se o passageiro atrás de você já está sentado. Falo isso porque na minha última viagem Curitiba-Maringá fiquei com um roxo nas costelas porque o filho da puta da minha frente abaixou o encosto dele quando eu ainda estava DE PÉ. Resultado: bateu nas minhas costelas, eu caí sentada quase em cima da mulher do meu lado e ainda falei um "tomar no cu" em voz alta. Daí percebi que sempre olhei pra trás antes de abaixar meu encosto.
- Evite, POR FAVOR, levar alimentos com cheiros fortes pra dentro do ônibus. Nessa categoria estão incluídos: CHEETOS (principalmente. e qualquer um, seja o tradicional cheetos bola cheiro de vômito ou baconzitos), salgados fritos, como coxinhas e risólis.
- Os (normalmente) 20 minutos de parada são para fazer as coisas que não são agradáveis de se fazer dentro do ônibus. Tipo COMER ESSAS COMIDAS FEDIDAS. Por que só descer, comprar e voltar pra comer dentro do ônibus? Coma lá embaixo, muito mais fresquinho e ventilado.
- Cale a boca. PELAMORDEDEUS, CALE A BOCA. Se você está viajando num ônibus de madrugada, deve entender que algumas pessoas querem e precisam dormir, por mais desconfortável que seja. Então não invente de contar pra sua vó, que está sentada ao seu lado, tudo de novo que você está observando dentro do ônibus. Pouco me importa se agora os ônibus exibem um aviso quando os banheiros estão ocupados. Enfim, cale a boca.
- Last, but not least: Não invente de ficar lendo livros até três horas da manhã. Não é do tipo que dorme durante a viagem, ok. Mas é aquela mesma regra...tem gente que é. E aquela sua mísera luzinha, que não ilumina porra nenhuma e te dá uma baita dor de cabeça, atrapalha PACAS quem tá querendo dormir. Tem noção do alívio que dá quando você a apaga? Pois é.
Bom, é isso.
No próximo posts: dicas para turistas argentinos que insistem em nos visitar no verão.
Hoje vim aqui pra prestar um serviço à população. E vou falar sobre COMO SE COMPORTAR EM UMA VIAGEM DE ÔNIBUS.
Vamos lá.
- Logo que o ônibus chega na rodoviária, aquele bolo de gente se aglomera querendo se livrar logo das malas. Tenha paciência, não saia por aí passando com sua mala de carrinho por cima dos pés dos outros. Além do mais, se sua mala é uma das últimas a ser guardada, será uma das primeiras e ser retirada, certo? Certo.
- Entrou no ônibus, achou seu lugar. Se for de janela, acomode-se e pronto. Se for corredor e a pessoa da janela ainda não tiver chegado, não vá fazer cara feia quando ela chegar. Levante-se educadamente e deixe ela sentar. Não vá fazer a pobre coitada se contorcer pra passar por você. E assim você não corre o risco de acabar com a ela caída no seu colo.
- Antes de abaixar o encosto do seu banco, não custa nada dar uma olhadinha pra trás e conferir se o passageiro atrás de você já está sentado. Falo isso porque na minha última viagem Curitiba-Maringá fiquei com um roxo nas costelas porque o filho da puta da minha frente abaixou o encosto dele quando eu ainda estava DE PÉ. Resultado: bateu nas minhas costelas, eu caí sentada quase em cima da mulher do meu lado e ainda falei um "tomar no cu" em voz alta. Daí percebi que sempre olhei pra trás antes de abaixar meu encosto.
- Evite, POR FAVOR, levar alimentos com cheiros fortes pra dentro do ônibus. Nessa categoria estão incluídos: CHEETOS (principalmente. e qualquer um, seja o tradicional cheetos bola cheiro de vômito ou baconzitos), salgados fritos, como coxinhas e risólis.
- Os (normalmente) 20 minutos de parada são para fazer as coisas que não são agradáveis de se fazer dentro do ônibus. Tipo COMER ESSAS COMIDAS FEDIDAS. Por que só descer, comprar e voltar pra comer dentro do ônibus? Coma lá embaixo, muito mais fresquinho e ventilado.
- Cale a boca. PELAMORDEDEUS, CALE A BOCA. Se você está viajando num ônibus de madrugada, deve entender que algumas pessoas querem e precisam dormir, por mais desconfortável que seja. Então não invente de contar pra sua vó, que está sentada ao seu lado, tudo de novo que você está observando dentro do ônibus. Pouco me importa se agora os ônibus exibem um aviso quando os banheiros estão ocupados. Enfim, cale a boca.
- Last, but not least: Não invente de ficar lendo livros até três horas da manhã. Não é do tipo que dorme durante a viagem, ok. Mas é aquela mesma regra...tem gente que é. E aquela sua mísera luzinha, que não ilumina porra nenhuma e te dá uma baita dor de cabeça, atrapalha PACAS quem tá querendo dormir. Tem noção do alívio que dá quando você a apaga? Pois é.
Bom, é isso.
No próximo posts: dicas para turistas argentinos que insistem em nos visitar no verão.
22 de novembro de 2007
Desde muito cedo eu aprendi que nem todo mundo é bom. Existem, sim, pessoas iguais àquelas das novelas que fazem planos pra derrubar os outros, que perdem o sono pensando em como poderia passar por cima de quem tá no meio do caminho delas. E me lembro, inclusive, de uma vez na oitava série falar isso pra uma amiga quando estavam acontecendo uma daquelas brigas que ocorrem em turmas de meninas da oitava série. Enfim, eu sempre achei isso.
Mas de um tempo pra cá meu coração amoleceu, sei lá. Eu quero tanto acreditar nas pessoas, quero tanto pensar que cada um que cruza o meu caminho tem algo de bom pra me oferecer. Ando com um sorriso na cara mais constante, sendo mais simpática e dando conversa até praquele bêbado chato do bar porque, porra, vai que ele sóbrio é legal?
Talvez eu esteja voltando uns 85 passos do que é crescer, mas é tão boa a sensação de ouvir o que os outros têm a me dizer. É tão bom não achar todo mundo patético, idiota e menos esperto do que eu.
Basicamente, hoje eu sou assim, fácil de agradar. Quer ver eu me divertindo horrores? Me chama pra tomar uma cerveja na padaria depois do expediente. Quer me ver dançando sem me importar com quem está ao redor? Me leve em alguma festa que toque música pop.
Eu sou legal, sou divertida, sou engraçada. Tenho todas essas minhas fases meudeusquemerdadevida, mas elas passam rápido e depois disso sou só alegria.
Hoje, não tenho dúvida, sou muito mais feliz, menos amarga e PAU PRA TODA OBRA.
Mas de um tempo pra cá meu coração amoleceu, sei lá. Eu quero tanto acreditar nas pessoas, quero tanto pensar que cada um que cruza o meu caminho tem algo de bom pra me oferecer. Ando com um sorriso na cara mais constante, sendo mais simpática e dando conversa até praquele bêbado chato do bar porque, porra, vai que ele sóbrio é legal?
Talvez eu esteja voltando uns 85 passos do que é crescer, mas é tão boa a sensação de ouvir o que os outros têm a me dizer. É tão bom não achar todo mundo patético, idiota e menos esperto do que eu.
Basicamente, hoje eu sou assim, fácil de agradar. Quer ver eu me divertindo horrores? Me chama pra tomar uma cerveja na padaria depois do expediente. Quer me ver dançando sem me importar com quem está ao redor? Me leve em alguma festa que toque música pop.
Eu sou legal, sou divertida, sou engraçada. Tenho todas essas minhas fases meudeusquemerdadevida, mas elas passam rápido e depois disso sou só alegria.
Hoje, não tenho dúvida, sou muito mais feliz, menos amarga e PAU PRA TODA OBRA.
13 de novembro de 2007
Como não me irritar no MSN (Parte II)
Normalmente, eu deixo meu status em Ausente. Só porque online atrai sempre os chatos. Ausente eu falo com quem eu quiser e se não tô com vontade tenho a desculpa "poxa, não tava no pc, tava ausente, né". Mas, quando meu status é Ocupado, porra, é porque eu realmente estou ocupada. Então, pelamordedeus, se eu não responder, é porque dei esc pro chefe não ver. NÃO FIQUE CHAMANDO A MINHA ATENÇÃO.
Normalmente, eu deixo meu status em Ausente. Só porque online atrai sempre os chatos. Ausente eu falo com quem eu quiser e se não tô com vontade tenho a desculpa "poxa, não tava no pc, tava ausente, né". Mas, quando meu status é Ocupado, porra, é porque eu realmente estou ocupada. Então, pelamordedeus, se eu não responder, é porque dei esc pro chefe não ver. NÃO FIQUE CHAMANDO A MINHA ATENÇÃO.
11 de novembro de 2007
3 de novembro de 2007
Ontem rolou um churrasco na casa da Cassinha.
(um número de telefone aleatório, viva-voz ativado...)
Alguém - Alô?
Cassi - Alô, com quem eu falo?
Marina - Marina...
Cassi - MARINA!!! PARABÉNS!!!! VOCÊ ACABA DE GANHAR NO SHOW DO MILHÃO!!!
Everybody - AEEEEEEEEEEEEEEEEE!!! MARINA, MARINA, MARINA!!!!
Cassi - Marina, tudo que você tem que fazer é responder a uma perguntinha muito simples!!!!
Marina - Ai, meu deus...Tá bom.
Cassi - Muita atenção, Marina!!!! A baleia é: opção a) um peixe, b) um mamífero, c) um réptil ou d) uma ave!!!
Everybody - MARINA, MARINA, MARINA!
Marina - Um mamífero.
EB - PARABÉÉÉÉÉÉÉÉÉNS, AEEEEE, MARINA, MARINA, MARINA!
Cassi - Parabéns, Marina, você acabou de ganhar 1 milhão de reais. Parabéns, tchau.
tutututututu
(um número de telefone aleatório, viva-voz ativado...)
Alguém - Alô?
Cassi - Alô, com quem eu falo?
Marina - Marina...
Cassi - MARINA!!! PARABÉNS!!!! VOCÊ ACABA DE GANHAR NO SHOW DO MILHÃO!!!
Everybody - AEEEEEEEEEEEEEEEEE!!! MARINA, MARINA, MARINA!!!!
Cassi - Marina, tudo que você tem que fazer é responder a uma perguntinha muito simples!!!!
Marina - Ai, meu deus...Tá bom.
Cassi - Muita atenção, Marina!!!! A baleia é: opção a) um peixe, b) um mamífero, c) um réptil ou d) uma ave!!!
Everybody - MARINA, MARINA, MARINA!
Marina - Um mamífero.
EB - PARABÉÉÉÉÉÉÉÉÉNS, AEEEEE, MARINA, MARINA, MARINA!
Cassi - Parabéns, Marina, você acabou de ganhar 1 milhão de reais. Parabéns, tchau.
tutututututu
1 de novembro de 2007
Um dos meus passatempos preferidos é escutar a conversa de desconhecidos e imaginar em que contexto tudo aquilo se encaixa. Por exemplo, quando ouço alguém falando mal de outra pessoa, já fico imaginando o que ela pode ter feito de escroto.
Outro passatempo, esse com certeza o preferido, é inventar critérios de classificação pras pessoas em geral, depois de perceber quais são as minhas pequenas características, coisas tão minhas mas que podem ser perfeitamente das outras.
São esses os que inventei até agora (ou pelo menos gosto de pensar que inventei):
- Quando a pessoa tá chupando bala, ela gosta só de chupar (por favor, sem idiotices) ou mastiga?
- Dorme com o pé pra dentro da coberta ou pra fora?
- Arrumam os cds em qual ordem? Alfabética, que foi comprado, preferência...?
- Combinam as roupas íntimas?
- Conseguem dormir sem lavar as mãos?
- Desodorante spray, roll-on ou creme?
- Papel higiênico folha dupla ou simples?
- Caneta azul ou preta?
- Lápis ou lapiseira?
- Times new roman ou arial?
Sei que têm outras, mas agora não consigo lembrar. É isso, só queria compartilhar.
Bom feriado, sejE feliz.
Outro passatempo, esse com certeza o preferido, é inventar critérios de classificação pras pessoas em geral, depois de perceber quais são as minhas pequenas características, coisas tão minhas mas que podem ser perfeitamente das outras.
São esses os que inventei até agora (ou pelo menos gosto de pensar que inventei):
- Quando a pessoa tá chupando bala, ela gosta só de chupar (por favor, sem idiotices) ou mastiga?
- Dorme com o pé pra dentro da coberta ou pra fora?
- Arrumam os cds em qual ordem? Alfabética, que foi comprado, preferência...?
- Combinam as roupas íntimas?
- Conseguem dormir sem lavar as mãos?
- Desodorante spray, roll-on ou creme?
- Papel higiênico folha dupla ou simples?
- Caneta azul ou preta?
- Lápis ou lapiseira?
- Times new roman ou arial?
Sei que têm outras, mas agora não consigo lembrar. É isso, só queria compartilhar.
Bom feriado, sejE feliz.
16 de outubro de 2007
Passei o dia meio atordoada hoje. Talvez porque depois de muito tempo eu finalmente resolvi ir pra aula 8h30 da manhã ou talvez só porque tá tudo muito estranho nas últimas semanas, mesmo.
Ando pensando em como nos prendemos a fatos pequenos e não conseguimos simplesmente relaxar e pensar "tudo bem, não tem importância, deixa pra lá". E ao mesmo tempo não conseguimos reconhecer as pequenas coisas que realmente importam: um cd que te gravam com as músicas que lembram você, um telefonema no meio da madrugada só pra dizer um oi ou só o "você é tão legal" dito com a boca entreaberta, por causa da vergonha.
Eu não consigo relaxar. Eu não consigo me soltar. Tem hora que eu penso que eu vivo a minha vida inteira fingindo risadas, porque na verdade tudo que eu tenho levado aqui dentro é um grande vazio e se possível fosse um aperto no vazio. Angústia, agonia e vontade de me desligar de tudo e todos por um bom tempo.
Vontade louca de mandar muita gente calar a boca e me deixar em paz, pelo amor de deus.
E eu me pego pensando no porquê de vir aqui escrever tanta besteira, mas acontece que tá cada dia mais difícil não vestir essa máscara de alegria e assumir o "oi, numtôlegal". De vez em quando dá preguiça de falar.
Ando pensando em como nos prendemos a fatos pequenos e não conseguimos simplesmente relaxar e pensar "tudo bem, não tem importância, deixa pra lá". E ao mesmo tempo não conseguimos reconhecer as pequenas coisas que realmente importam: um cd que te gravam com as músicas que lembram você, um telefonema no meio da madrugada só pra dizer um oi ou só o "você é tão legal" dito com a boca entreaberta, por causa da vergonha.
Eu não consigo relaxar. Eu não consigo me soltar. Tem hora que eu penso que eu vivo a minha vida inteira fingindo risadas, porque na verdade tudo que eu tenho levado aqui dentro é um grande vazio e se possível fosse um aperto no vazio. Angústia, agonia e vontade de me desligar de tudo e todos por um bom tempo.
Vontade louca de mandar muita gente calar a boca e me deixar em paz, pelo amor de deus.
E eu me pego pensando no porquê de vir aqui escrever tanta besteira, mas acontece que tá cada dia mais difícil não vestir essa máscara de alegria e assumir o "oi, numtôlegal". De vez em quando dá preguiça de falar.
10 de outubro de 2007
"tenho visto intelectuais demais ultimamente. me canso fácil dos preciosos intelectos que precisam cuspir diamantes toda vez que abrem as suas bocas. eu me canso de ficar batalhando por cada espaço de ar para o espírito. é por isso que me afasto das pessoas por tanto tempo, e agora que estou encontrando as pessoas, descubro que preciso voltar pra minha caverna. existem outras coisas além da mente: há insetos e palmeiras e trituradores de pimenta, e eu vou ter um triturador de pimenta na minha caverna, portanto riam."
Não fode, Buks.
Não fode, Buks.
2 de outubro de 2007
Quando a gente fica assim, entre amigos, sem ter o que fazer, nada melhor do que começar a falar de coisas sem muito sentido, ou melhor, que fazem tanto sentido que a gente nunca pára "normalmente" pra pensar.
Pois é, sábado de noite a gente tava aqui em casa, eu e mais amigos, e conversa vai, conversa vem, começamos a falar sobre por queeeeeeeeee as pessoas mais velhas têm mais dificuldade em entender como funcionam as coisas mudérnas. Minha mãe, por exemplo, já tentou fazer curso de informática, mas não adiantou de nada e ela preferiu nunca mais chegar perto do computador. Meu pai só sabe mexer no powerpoint. Minha vó não sabe falar no celular. Sabe, essas coisas.
Eis que surge a pergunta: o que será que vai existir quando a nossa geração ficar velha que a gente não vai saber como fazer funcionar?
A resposta encontrada é: MALDITA CONVERGÊNCIA!
(e parabéns pro papis que hoje faz 55 anos e se dá de presente uma viagem pra pescar na argentina. ae!)
Pois é, sábado de noite a gente tava aqui em casa, eu e mais amigos, e conversa vai, conversa vem, começamos a falar sobre por queeeeeeeeee as pessoas mais velhas têm mais dificuldade em entender como funcionam as coisas mudérnas. Minha mãe, por exemplo, já tentou fazer curso de informática, mas não adiantou de nada e ela preferiu nunca mais chegar perto do computador. Meu pai só sabe mexer no powerpoint. Minha vó não sabe falar no celular. Sabe, essas coisas.
Eis que surge a pergunta: o que será que vai existir quando a nossa geração ficar velha que a gente não vai saber como fazer funcionar?
A resposta encontrada é: MALDITA CONVERGÊNCIA!
(e parabéns pro papis que hoje faz 55 anos e se dá de presente uma viagem pra pescar na argentina. ae!)
28 de setembro de 2007
Ontem, ONTEM, eu estava contando pra um amigo como parecia que as coisas finalmente estavam se encaixando. Tudo parecia fazer tanto sentido: comecei a trabalhar em um lugar bacana, rodeada de pessoas que eu amo, me mudei pra um apartamento bem mais legal, tenho agora uma suíte e uma cama mais confortável, um armário de seis portas e quatro gavetas e, thank god, eu tinha me livrado do que vinha me corroendo há tanto tempo.
Mas, alô, sou eu quem estou falando.
Isso que dá ter algum tempo livre pra ver um filme bonito, que te traz mil lembranças e que, de repente, faz tanto sentido. Meu estômago tá doendo, deve ser gastrite atacando.
Enfim.
Dói perceber que você é a única responsável pela sua miséria e que a pessoa responsável por te fazer feliz nem existe.
Mas, alô, sou eu quem estou falando.
Isso que dá ter algum tempo livre pra ver um filme bonito, que te traz mil lembranças e que, de repente, faz tanto sentido. Meu estômago tá doendo, deve ser gastrite atacando.
Enfim.
Dói perceber que você é a única responsável pela sua miséria e que a pessoa responsável por te fazer feliz nem existe.
20 de setembro de 2007
Eu poderia fazer um baita post falando sobre o meu avô que faleceu essa semana. Mas basta dizer algumas coisas.
Meu vô me ensinou a gostar de livros, me deu a coleção inteira do Machado de Assis e do Lima Barreto. Meu vô me ensinou tudo sobre Getúlio Vargas melhor do que qualquer outro professor de História.
E meu vô, e por isso eu vou sempre ser grata, me apresentou a uma das coisas mais deliciosas dessa vida: banana com paçoca.
Valeu, vozão.
Meu vô me ensinou a gostar de livros, me deu a coleção inteira do Machado de Assis e do Lima Barreto. Meu vô me ensinou tudo sobre Getúlio Vargas melhor do que qualquer outro professor de História.
E meu vô, e por isso eu vou sempre ser grata, me apresentou a uma das coisas mais deliciosas dessa vida: banana com paçoca.
Valeu, vozão.
12 de setembro de 2007
Seja menos carente, dependa menos dos outros, sorria mais e reclame menos.
Não se encante tão fácil, não se deixe levar pela fraqueza ou pela falta de emoções de sua vida pastel, resista mais um pouco.
Quando for pra chorar, que seja trancada no quarto ou durante o banho, não saia por aí demonstrando sua tolice.
Fume menos, beba menos, durma e leia mais. Estudar também seria uma boa idéia. Procurar um emprego, quem sabe.
Sonhe menos. Não há problema nenhum em não sonhar, se esqueça da vez que te disseram isso. Pronto, comece aprendendo a viver mais no mundo real.
Coma mais salada e menos carne vermelha, evite o açúcar e o café em excesso.
Pare de pensar que há alguma chance nisso tudo.
Acorde, caralho.
Não se encante tão fácil, não se deixe levar pela fraqueza ou pela falta de emoções de sua vida pastel, resista mais um pouco.
Quando for pra chorar, que seja trancada no quarto ou durante o banho, não saia por aí demonstrando sua tolice.
Fume menos, beba menos, durma e leia mais. Estudar também seria uma boa idéia. Procurar um emprego, quem sabe.
Sonhe menos. Não há problema nenhum em não sonhar, se esqueça da vez que te disseram isso. Pronto, comece aprendendo a viver mais no mundo real.
Coma mais salada e menos carne vermelha, evite o açúcar e o café em excesso.
Pare de pensar que há alguma chance nisso tudo.
Acorde, caralho.
10 de setembro de 2007
5 de setembro de 2007
Estava eu hoje almoçando em um restaurante na Presidente Taunay, comendo almôndegas com macarrão, alface, tomate e brócolis. Como almoçava sozinha, fiquei prestando atenção na conversa da mesa ao lado.
Um homem e uma mulher discutiam, me pareceu, o que iria no cartaz de uma clínica de estética.
- Botox?
- Ai, não, botox, não. Já tá fora de moda.
- Claro que não! Todo mundo coloca botox!
- Eu não coloco - disse o homem.
Nisso uma outra mocinha chega com uns papéis e pergunta, bem simpática, se eles não desejariam assinar o abaixo-assinado contra a venda da Vale do Rio Doce. E o cara vira e diz:
- Ah, mas o que é isso?
A amiga dele deu uma explicação bem rápida e ele pediu o papel para assinar. Assinou.
Depois que a mocinha que tinha pedido a assinatura saiu, ele perguntou:
- Mas pra quê é isso?
- Tão querendo privatizar.
- Ai, mas tem que privatizar, mesmo!!!! - disse e, abaixando bastante a altura da voz, continuou - Isso é aqui em Curitiba?
Indigestão, ok.
Um homem e uma mulher discutiam, me pareceu, o que iria no cartaz de uma clínica de estética.
- Botox?
- Ai, não, botox, não. Já tá fora de moda.
- Claro que não! Todo mundo coloca botox!
- Eu não coloco - disse o homem.
Nisso uma outra mocinha chega com uns papéis e pergunta, bem simpática, se eles não desejariam assinar o abaixo-assinado contra a venda da Vale do Rio Doce. E o cara vira e diz:
- Ah, mas o que é isso?
A amiga dele deu uma explicação bem rápida e ele pediu o papel para assinar. Assinou.
Depois que a mocinha que tinha pedido a assinatura saiu, ele perguntou:
- Mas pra quê é isso?
- Tão querendo privatizar.
- Ai, mas tem que privatizar, mesmo!!!! - disse e, abaixando bastante a altura da voz, continuou - Isso é aqui em Curitiba?
Indigestão, ok.

