27 de janeiro de 2007

Passei 10 dias no litoral paranaense, rodeada de amigos e família. Foi ótimo, peguei uma corzinha (uh), andei de barco, conheci, finalmente, a ilha do mel e comi bastante camarão.
Cheguei na segunda de manhã e já de tarde viajei de novo. Pousadão 2007, com Evandro, Daiany e Daniel. Foi óóóótimo.
Nadar no rio é uma das delícias da vida.



Entre os diversos casos do Scotland Yard e as mímicas do Imagem & Ação, tivemos tempo para colocar todos os assuntos em dia, ter conversas que realmente fazem diferença e perceber como algumas coisas nunca vão mudar.

Pro primeiro mês do ano, tá tudo muito legal. Muito mesmo.

2 de janeiro de 2007

Juro que tentei resistir, mas não deu. É inevitável: todo final de ano e começo de um novo, fazemos um balanço das coisas que aconteceram.
Penso que todo o alvoroço que fazem em cima da data é um tanto quanto exagerado. Deixam a gente com a impressão de que tudo que aconteceu no ano que tá terminando, fica no passado. Acabou, assim, de repente. Mas nós sabemos que não é BEM assim.
São poucas as coisas que mudam, pra não dizer que muda quase nada.

2006, o ano que poderia ter sido, mas não foi. Sabe?
Então. Começou com um bilhão de notícias boas e conquistas, que pareciam indicar o ano maravilhoso que vinha. Mas...né.
Tive uma daquelas paixões que fazem a gente perder o rumo (e a respiração), chorar até a cabeça doer, comprar um pote de sorvete de flocos pra comer de madrugada e passar os sábados vendo qualquer besteirol romântico locado na blockbuster.
Se tudo isso passou? Welly, welly, well. Há algumas semanas comecei a desconfiar que sim, agora passou, de verdade.

Vi menos shows do que gostaria, saí bem menos do que gostaria e diminuí drasticamente a quantidade de álcool ingerido, aumentando, no entando, o de cigarro.

Fiz amigos novos e acho que isso foi, sim, a coisa mais legal que me aconteceu no ano.

2007.
A única promessa feita pra esse ano, contrariando a minha mania (insuportável) de prometer coisas, foi a de cuidar primeiro de mim. Retomar minha saúde mental, ativar novamente os neurotransmissores. E comer mais vegetais.
Pra daí, quem sabe depois disso tudo, eu conseguir cuidar de outra pessoa.
É isso.

Feliz 2007.

31 de dezembro de 2006

Só faltou enforcarem o Saddam em praça pública, afirmando que o fazem pois assim Paz Mundial é garantida.
Enquanto isso, aumenta a tropa americana no Iraque e mata centenas de civis.

Mas é aquela velha história, né.
Pra acabar com a violência, basta tacar fogo no presídio e matar todos os bandidos, poxa! Hi-gi-e-ni-za-ção.

18 de dezembro de 2006

Então...

Eu estou em Maringá.
E, como algumas pessoas devem saber, no norte do Paraná faz um calor quase insuportável. Pra melhorar, o lugar mais quente do apartamento é o quartinho do computador, onde não passa um ventinho pra refrescar.
Venho intercalando horas vendo televisão com banhos de 20 minutos sem abrir a torneira de água quente.

Tipo agora, faz pouco mais de uma hora que eu tomei banho e já estou pensando em ir lá de novo. Ai, que inferno.

Até pensei em falar do show do Cachorro Grande que eu vi sexta (e que não teve braguilha aberta, mas o solo incansável repetiu-se), da festa que eu fui ontem e de como HBO Plus! com seus filmes bestiais me deixa muito, mas muito, entretida durante o ócio, mas...

11 de dezembro de 2006

Manoel Carlos nunca esteve tão empenhado para falar de preconceito como em Páginas da Vida.

Viva a Kaísha.

7 de dezembro de 2006

Coisas que só morar-com-amigos e ditados populares fazem por você

Flávia, Pedro e Elisa, no espaço sala/cozinha.
- Lisa, quer que eu lave essa louça?
- Não, pode deixar...
- Então tá, a de amanhã deixa pra mim, então.
- Tudo bem, Frah. Porque a vida é assim. Uma mão lava a outra e as duas lavam o pé. Ou então, como diz a vó do Pedro, lavam a bunda.
- Que tem minha vó?
- Tua vó não fala assim, Pedro? Você que me contou.
- Ah, é. E ela também chama aquilodamulher de loja.

E hoje, durante a novela.
- Lisa, você deu o convite do Acorde Curitiba! que você ganhou ontem pra Antonella?
- Dei, Frah. Eu não vou poder ir, né, vou ter vestibular no dia...
- Af, menina. Desse pra eu vender lá na frente, você ganharia vintão!
- Mas, Frah. Dinheiro não é tudo na vida.
- Você tá muito enganada. Você não tem ambições?!
- Frah, amizade em primeiro lugar, a Cherry é minha amiga!
- Putz, menina. Não dá pra conversar com você mesmo. Não sabe que de grão em grão a galinha enche o papo? - mostrando um papo cheio, com a mão.
- É verdade, você tem razão. Acho que eu tava bêbada.

E agora pouco...
Elisa abre a porta do quarto, sai de lá e diz:
- Frah, não aguento mais esse Pedro, meu!
- Que foi agora?
- Ele virou assim pra mim: "Ai, todo dia que eu olho no espelho e vejo essa minha mancha no rosto, eu penso 'por quê a vida real não pode ser igual a do photoshop?'". - e levanta as mãos para o céu, num gesto de desespero.


Se eu contasse aqui cada momento do dia em que me vejo tendo um ataque de risos, daqueles mais eficientes que 400 abdominais...

editando...

"Pior foi aquele dia que entrei no quarto e o Pedro:
- Ai Lisa, eu tava aqui pensnado...
- No que, Pedro? No que você é aos olhos de Deus?
- Não... é que você é tão Paris, e eu sou um Zé Qualquer.

¬¬

DAI-ME PACIÊNCIA!!! HAHAHAHAHA.
Elisa"

4 de dezembro de 2006

Já contei essa história pra muita gente, mas a chegada das férias me fez relembrá-la.

O colégio em que estudei lá em Maringá todo ano promovia um festival de teatro. Os alunos eram responsáveis por praticamente tudo, desde o roteiro até a contra-regragem. Quando eu estava no segundo ano, fui líder de turma junto mais duas amigas e ficamos responsáveis por toda a organização da nossa peça. Logo que definiram o tema, fiquei bastante animada. Não me lembro agora exatamente quais eram, mas tinha rádio e cinema, que eram os que eu torcia pra tirar no sorteio. Pois pegamos...jornal.
E foi assim que tudo começou.
Nós conseguimos uma visita à Folha de S. Paulo, pegamos nossas malas e fomos pra São Paulo passar um tarde inteira na redação.
Eu coloquei meus pés ali e resolvi: é isso que quero fazer da vida.
Pessoas andando, conversando, nada de terno e gravata, e movimento, movimento, movimento.
Cheguei em Maringá e comuniquei para meus pais que tinha decidido o que fazer no vestibular: jornalismo.

Aqui abro um parêntese. Eu fiz teatro por cerca de oito anos. Meu sonho era continuar sendo atriz, mas eu tinha medo, muito medo. Aquela velha história do talento, eu sabia que não tinha nascido com ele. Então, resolvi que ia fazer alguma coisa que me mantivesse nos meios de expressões, e isso, com certeza, também influenciou muito minha escolha.

Meu terceiro ano foi praticamente perdido. Eu não estudei. Passei o ano inteiro só fazendo festa, churrasco, viagens e saindo com os amigos. Resultado: não passei no vestibular.
Eu era boa aluna, não pegava recuperações nem nada e aquilo foi um soco na cara. Mas nem pensava na possibilidade de fazer uma faculdade particular (não cheguei nem a prestar vestibulares para tal).
Vim pra Curitiba, fiz um ano de cursinho e passei na UFPR.

Confesso: nem sabia direito o que um jornalista fazia. Não lia jornais diários, não sei nomes de jornalistas importantes, conheço muito pouco sobre a área. Mas, desde o primeiro dia de aula, eu tive certeza de que tinha tomado a decisão certa. E aquilo tudo foi me facinando e eu passava as tardes lendo textos de teoria do jornalismo e me apaixonando.

Hoje fiz minha última prova do meu primeiro ano de faculdade. E sinto que agora minha vida está, verdadeiramente, começando.

3 de dezembro de 2006

Pra melhorar, minha cabeça resolveu dar um nó e há alguns poucos dias não entendo mais coisa alguma. Tenho sonhos esquisitos, com pessoas esquisitas e penso coisas que não devo.
Só pra não perder o costume, me vejo reclamando das relações vazias e que me adicionam nada. Me vejo ansiosa, perdendo tempo interpretando gestos que antes passavam por normais pra mim, bolando teorias e sonhando com finais felizes.
O estranho é pensar que meu foco mudou, assim, tão de repente. E em como meu coração brinca comigo e me torna a pessoa mais inconstante desse mundo.
Logo eu, que tinha desistido de pensar nessas coisas. Vivo prometendo coisas que sei que não posso cumprir.

Mas, estranhamente, me vi querendo ser a Annie de alguém.
"Conhecemos muito mal os objetivos relativamente simples que nos guiam, mesmo quando se trata apenas de nossos empreendimentos particulares; acreditamos agir desinteressadamente e o fazemos de maneira egoísta; acreditamos obedecer ao ódio, e cedemos ao amor; cremos obedecer à razão e somos escravos de preconceitos irrefletidos."

Oh, Mr. Durkheim...

23 de novembro de 2006

Tá, eu sei. Não foram 2 semanas. Não chegou nem a dois dias.
Mas vamos contextualizar.

Hoje de manhã apresentei meu último trabalho da semana. Tínhamos que fazer um projeto pra uma revista. A nossa era pra desempregados, circularia só em Curitiba, de graça. Foi difícil, viu, principalmente porque tinha que ter uma prestação de contas e afins. Pulta trampo, meu.
Então que, como eu venho acordando cedo e dormindo tarde desde domingo, minhas olheiras estavam assustadoras. Resolvi que me daria um feriado prolongado, de hoje até sexta, quando tenho de tomar vergonha nessa cara, começar meu ensaio de Filosofia sobre qualquer tema (aceito sugestões), e depois estudar pra prova de Sociologia de segunda.

Na minha primeira tarde de folga, resolvi dormir. E dormi MESMO. Das 13 às 19h. Acordei totalmente perdida, achando que era já de manhã e que eu precisava levantar pra fazer almoço.

Agora teremos um momento introspectivo. Lá vai.
O bom de manter-se ocupada, pensando em bilhões de coisas ao mesmo tempo, dormindo e sonhando com aquele trabalho inacabado, com aquela ligação que deve ser feita no dia seguinte, com a reportagem especial sobre dislexia e quemcaralhosentrevistarpraisso, é que se esquece um pouco daquelas coisas chatas todas. Nem dá tempo de ficar se lembrando daqueles problemas que fodem com nosso psicológico.
Mas também a gente esquece que precisa fazer escova no cabelo, tirar a sobrancelha e manter as unhas bonitinhas. Tá, as unhas tão bonitas, vai.

21 de novembro de 2006

Chefe, tô cansada pacaralho.

Sério, quero minhas férias logo.
Minha casa, meu sofá, o calor de Maringá e a possibilidade de entrar numa piscina pra dar uma aliviada. Minha Tv à cabo e com um número maior de polegadas. Aiai.

E quero uma massagem. Valeu ae.

Meu status tá definido como Ausente nas próximas 2 semanas, ok?
Ok.

13 de novembro de 2006

Quando não se é nem bonita, nem gostosa, nem rica, nem sexy, sobram os livros, os estudos.
Aí você aprende a conversar sobre coisas legais, logo começa a aprender alguns truques pra fazer graça para os amigos e levar a fama de palhaça da turma.
Até que um dia você acorda, descobre que os anos de estudo não te serviram pra porra alguma, que você, além de tudo, não é inteligente, não tem talento pra profissão que escolheu e não é engraçada. Suas gracinhas não causam mais nem um "há, legalzinha". Seus trabalhos são medíocres, suas notas só caem e você só tem vontade de dormir. Dormir até o ano que vem, pra poder pular a parte "coisas pra se fazer neste ano que começa".

6 de novembro de 2006

Acordei terça passada com um sorriso de orelha à orelha, uma felicidade que eu não sentia há algum tempo. Aquela vontade louca de gritar pra todo mundo que finalmente as coisas estavam dando certo.
No mesmo dia teve o TIM Festival, legal pra caralho. Companhias maravilhosas, música boa, cerveja cara (!), chuva. Numa ordem decrescente de coisaslegais, ok.
Na quarta, 7 da manhã, eu tava de pé, a caminho da Floresta pra pegar o ônibus e ir pro JUCS, me divertir 5 dias com minhas amigas, dar risada, conhecer gente nova, dar mais risada, tudo isso acompanhado por latinhas de (ew) Skol. Fomos campeões :)
Cheguei ontem, 1 da manhã.
Até então eu não tinha parado muito pra pensar em como as coisas seriam daqui pra frente, no que fazer, no que resolver, viajar ou não, apostar todas minhas fichas ou não.
Então, resolveram isso por mim, de uma maneira direta, simples, clara e...triste.
Quando ouço que não devo arriscar, que é mais fácil ficar do jeito que está, mas me sinto com forças suficientes pra, ao menos, tentar, fico com uma puta de uma "q" na testa.
Eu não sei mais o que fazer, é verdade.

E eu nunca sei quando parar de tentar.

Minha professora de ballet (!!!) sempre me dizia que eu reclamava demais e que isso ainda me daria muitas rugas e eu nunca casaria. Droga. Vou ficar velha, enrugada, chata e pra titia.

25 de outubro de 2006

PALMAS PORQUE EU SAÍ DA FOSSA E RETOMEI MINHA VIDAÊÊÊÊÊÊÊ!

17 de outubro de 2006

Acordei 5 horas da manhã hoje. Peguei um avião que chacoalhou pra caralho e cheguei em Curitiba às 7h. A viagem Aeroporto-casa é mais longa do que a Maringá-Curitiba, incrível.
Cheguei em casa e resolvi que não ia pras aulas da manhã, dormi até meio dia, acordei, fiz um arroz com muito alho e peixe com molho branco com funghi, que a mãe mandou congelado. Eu ainda não sei fazer essas coisas.

Antes de ir pra aula da noite, precisava passar no shopping pra tirar dinheiro. Eu tinha tipo três putos no bolso, tava feia a coisa. E nem tava chovendo, saí sem guarda-chuva. Na hora que coloquei o pé pra fora do shopping, o mundo desabou. Voltei pra casa, peguei meu lindo guarda-chuva verde limão (cof cof), e fui para a fila do ônibus. Nisso meu humor, que já não estava bom, explodiu. Enquanto eu esperava na fila do ônibus, meu olho começou a encher de lágrima e me deu uma vontade imensa de gritar com aquelas pessoas lerdas e com o cobrador.

Entrei no Santa Cândida, 18h10. Aquele horário AGRADÁVEL. Três meninos com suas pastas positivo discutiam os professores, as aulas, a falta de estudo e o daprimeirafaseeupassomasnasegundatôfodidonãoseiredação. Daí eu acho que entrei em transe. Sério, minha cabeça voou para um outro lugar, eu não ouvia mais ninguém conversando perto de mim, não ouvia voz alguma. Comecei a pensar no nada. Isso deve ter durado um minuto.
Logo voltei à Terra e à conversa dos três meninos. E lembrei do meu ano de cursinho.
Ano passado foi legal, muito legal. Mas lembrei especificamente dos ocorridos entre junho-setembro. E de como eles não vão voltar, não vão. E eu me machuquei lá, pra que insistir nisso outra vez? Pra que pensar que dessavezpodesertudodiferente, se as circunstâncias são ainda piores?
Mas, apesar de tudo, 2005 foi um ano muito bom.

E então eu percebi como 2006 está sendo horrível. Eu não saio como antes, eu não bebo como antes, eu não me divirto como antes. As coisas legais que aconteceram podem ser contadas nos dedos:
- Passar no vestibular
- Morar com o Pedro
- Passar um feriado com a Dayane em Camboriu
- Passar as férias com o Evandro, no Rio
- Passar um final de semana com a Sabrina na praia
- As conversar com a Grazi, tomando um chá ou uma cerveja.
- O Lucas
- As meninas da minha sala

E agora eu poderia passar horas contando a novela mexicana dos últimos seis meses.

14 de outubro de 2006

Sempre que eu venho pra Maringá, fico tão nostálgica.
Fico me lembrando daqueles finais de semana de 2004 quando a gente ia pra chácara da Ju dormir de sábado pra domingo, dos churrascos lá no prédio da Dayah, dos tererês na casa da Polha.
Enfim, um monte de coisa que eu passei aqui com a minha tchurma e que foram legais pra caralho.




E agora tá cada um num canto, não são todos os feriados que as pessoas voltam pra cá e a turma tá bem pequena. Lógico, é sempre legal, mas dá uma saudade tão grande de quando éramos todos assim, uma grande família.
A família que eu escolhi.

5 de outubro de 2006

Eu gosto de complicar. Gosto mesmo, acho que é um dos meus passatempos preferidos.
Talvez seja por causa do teatro, do drama, mas eu sempre gostei das paixões que me fazem perder a cabeça, das brigas que me fazem soluçar só pra depois ter aquela coisa boa na hora de fazer as pazes e pensar "ah, como é bom estar tudo resolvido", de sentir saudade até não agüentar mais.
Eu gosto, eu acho que são essas sensações que nos deixam saber que estamos vivos mesmo.
Não consigo levar as coisas na brincadeira, nunca soube. Não sei não me envolver e sei que isso assusta muita gente e é um dos motivos de eu estar há quatro belos anos sem namorado. Não sei não demonstrar que me importo, que gosto. Não sei jogar e nem quero aprender: odeio o tal "jogo da sedução", e acho cafona pra caralho essa expressão. E isso era pra ser o complicado, você vai me dizer.
E te responde que não, não é. Isso é o mais simples, o mais fácil de se fazer.
O difícil é abrir, escancarar o coração. É perder o medo de ser você mesmo quando tá com outra pessoa, não ter vergonha de aparecer de pijama, chinelo e meia, sem maquiagem, sem disfarces.

Só que agora, hoje, enquanto eu tomava um banho bem quente depois de um dia bastante cansativo, cheguei a uma conclusão bastante óbvia: eu preciso aprender a relaxar.

Fim.

3 de outubro de 2006

Foi mal, tô de TPM.

25 de setembro de 2006

Sempre acreditei naquela máxima "cabeça vazia é a casa do diabo", então resolvi tomar algumas atitudes e parar de ficar em casa, sem fazer nada, pensando e só pensando.
Tenho um monte de coisa pra fazer, um monte de matéria, pautas, seminários e livros pra ler.
Fui a um sebo esses dias e comprei 4 livros, hoje comprei mais 3. Isso provavelmente me garanta até o fim do ano algumas leituras bem interessantes.
Comprei passagens pra Maringá e passo 6 dias lá mês que vem. Meus pais vêm pra cá antes, vou comprar uma cadeira pro computador e dar adeus a essa que só serve pra destruir minhas costas.
Estou indo pra academia o máximo de vezes possível, tentando vencer minha preguiça e conciliar com os horários de aula da faculdade.
Juro que sempre que vou, saio com um sorrisão de orelha à orelha.

E hoje eu quase morri prensada pelo portão da garagem. Tadinha da Bolha, tá sofrendo na minha mão. ;~

23 de setembro de 2006

Você é tão Paris,
Eu sou um Zé qualquer.
Insisto em desistir,
Você só quer vencer.
Se tudo correr bem,
Vamos nos odiar.