2 de março de 2006

Não sei se porque eu sempre gostei de graaandes espetáculos, de luzes, muita gente dançando, essas coisas, mas o desfile das escolas de samba me fascina. Sério, eu acho MUITO lindo.
Tanto é que passei quase que todo o carnaval vendo isso.
Quando eu for gente grande eu vou lá pro RJ assistir.
Poooodem meter a boca, afinal, como assim gostar de CARNAVAL, né?
Calma lá, não misturem tudo.
Não tô dizendo que eu coloco minha sainha e vou lá seguir o trio elétrico da Ivete.

23 de fevereiro de 2006

A primeira vez que eu ouvi Rolling Stones e me lembro, devia ter uns 6 anos. Mais uma visita à casa dos meus avós em Ribeirão Preto. Eu tenho um tio que mora com eles ainda, queimou todos os miolos com as drogas que usou até os 20epoucosanos e não fez nada da vida, hoje ele só não pode ser considerado um vegetal porque fuma o dia inteiro e tá sempre comprando cds. E ele é fã de Rolling Stones com direito a vinis e pôsters.
Eu tava lá, passei na frente do quarto dele e ele tava ouvindo. Achei legal, mas preferia aquela banda que meu pai ouvia direto, o tal dos Beatles. Hoje, uns 13 anos depois a minha opinião não mudou nada. Eu acho Rolling Stones UM PORRE. Não suporto o Mick Jagger e muito menos aquele guitarrista que acende um cigarro e fica com ele na boca sem fazer nada. Acho que dele eu tenho mais birra ainda porque eu odeio quem faz isso. Se quer me irritar, acenda um cigarro e fique com ele na boca deixando queimar.
Aí tá, a verdade é que da "minha geração" eram pouquíssimas as pessoas que eu conhecia que diziam, "sabe uma banda que é DO CARALHO, que eu tenho todos os discos e recomento pra todo mundo? Rolling Stones". Na verdade eu tinha amigos que nunca tinham ouvido falar até o escândalo Luciana Gimenez.
Então, de repente, a Coca-Cola usa uma música tocada pelos Stones, que na verdade é do Dylan e é uma das minhas preferidas, por sinal, e os Stones caem nas graças da molecada. Calma, nada conta Coca-cola, visto que é o meu refrigerante preferido. Mas é que eu ficava meio puta quando ouvia alguém falando que "Like a rolling stone" ERA DOS ROLLING STONES.
Aí surgiu o tal show.
E depois disso foi um marketing do caralho em cima da banda que não tinha como passar despercebido. E surgiram os fãs de teeeempos. Perceberam a ironia? Surgiram. Fãs. Antigos. Porque ser fã novo é vergonhoso hoje em dia. O legal é descobrir a banda antes de todo mundo.

Pra não falar que não conheço algo deles, eu conheço. Aquele que fala assim "anybody seeeeen my angel arooound" e também aquela "satisfaction", mas na versão da Britney Spears.

E a globo que me desculpe, maaaas, pra miiiim, foi só mais um show de Rock.

Agora U2 fica prum outro post.

12 de fevereiro de 2006

Quando eu tava na sexta série eu conheci um menino que era da minha sala. Ele era repetente, rebeldezinho, ouvia Raimundos, já ia no Tribos com o irmão mais velho, fumava, tinha banda. Tudo aquilo era bem diferente, afinal eu tinha 12 anos, era amiga das "patricinhas" da minha sala e minha diversão de fim de semana era ir ao shopping.
Pois ele teimou comigo e começou a vir atrás de mim. Dizia coisas bonitinhas, me ligava e ficava cantando no telefone, vinha aqui em casa e eu enrolei ele uns 2 meses. Foi o segundo menino que eu beijei na minha vida e no último dia de aula da sexta série. Depois disso nos vimos mais uma vez.
Aí ele me ligou no dia que eu tava saindo de viagem (eu não tinha contado) e ficou puto porque eu não avisei. Fui pra Cabo Frio e quando voltei não liguei mais pra ele. Encontrei ele na Expoingá no ano seguinte, dei um oi e foi só.
Passei quase um ano ainda apaixonada pelo menino. Até conhecer meu primeiro namorado.

Aí ontem eu acordei e tinha um bilhete assim: "Flá, liga pro Evandro e liga pra mim. Fer.". Como é raro minha irmã pedir pra eu ligar pra ela, liguei primeiro. E então, recebo a notícia.
Fer - Lembra do Tiago?
Eu - Que Tiago?
Fer - Aquele do Objetivo...
Eu - Ah, sei. O que tem?
Fer - Ele tá trabalhando no Roots. Ontem eu tava lá e ele veio perguntar se eu tinha uma irmã chamada Flávia, eu disse que sim e ele falou que tinha sido apaixonado por você, que era pra eu levar você lá qualquer dia...
Eu - MENTIRA.
Fer - Sério, cadê aquela foto de vocês dois? Ele pediu pra levar pra ele ver!
Eu - Não tenho mais, acho que rasguei ou joguei fora, não sei.
Fer - Então tá, mas vamos lá qualquer dia.

E eu agüentei? Ontem a noite eu já passei lá na frente de carro pra ver. Mas não consegui.

Enfim, a vida nos prega cada peça, né? 7 anos!

9 de fevereiro de 2006

Há uns 3, 4 anos eu já sabia que meu futuro seria esse. Eu bolei uma história pra mim: morar em curitiba, fazer jornalismo na UFPR, morar com uma amiga em uma casa de paredes coloridas, com um computador em cada quarto com rede pra gente ficar se falando por msn quando tiver com preguiça de FALAR mesmo. Seria lindo, perfeito. Claro, algumas coisas não saíram como planejadas, mas o apartamento de paredes coloridas (UMA parede verde) tá lá, o amigo que vai dividir é que mudou, mas essa amiga sabe que a casa estará sempre aberta.
Tudo tá dando certo. Não vou pra São Paulo. Curitiba me terá por pelo menos mais 4 anos.

Perdi a linha de raciocínio. Acho que é basicamente pra dizer que pequenas coisas mudaram, os sentimentos e as grandes vontades não. Não MESMO.

1 de fevereiro de 2006

Não tem explicação. Passam aaaanos e algumas coisas parecem que não mudam NUNCA. Na verdade eu nem esforço tanto pra isso, nem ligo mais, já faz parte de mim e eu não me importo o suficiente com isso pra tentar tornar qualquer coisa diferente.
É que, de verdade, são 11 meses sem pensar nisso e 1 que tudo parece que aconteceu ontem. Mas não resta mais nada, só algumas fotos, um cartão bonitinho e só. Nada.
E eu fico assim, sempre. Sem saber o que fazer, com cara de idiota aqui, esperando que por um milagre de algumacoisa tudo volte a ser o que foram aqueles 6 meses singulares.

Que grande merda!

20 de janeiro de 2006

Olha como eu sou antipático, não estou sorrindo pra você,
não estou fazendo aquelas caras que todo mundo faz quando encontra você!
Olha como eu sou repelente, ponho o pé na frente pra te ver cair.
E se durante a queda você se levanta, eu posso ser eu mesmo e simplesmente rir.

Olha como eu estou cagando, pra o que você irá dizer!
Olha como eu estou andando, pra bem longe de você!


Pronto, acho que resume muito bem o que eu tinha pra dizer sobre essa situação deplorável que a tua boca nojenta criou ;]

13 de janeiro de 2006

Sugar, we're going down.

Passei na UFPR. Jornalismo, 3º mais concorrido. O curso, a universidade e a cidade que eu sempre quis. Não tem como esconder que eu tô MUITO satisfeita e feliz por ver que tudo que eu passei esse ano valeu mesmo a pena e que estudar ainda faz algum sentido.

Segunda começo as aulas na auto-escola, provavelmente eu ganhe um carro pra levar pra Curitiba. Por enquanto é só boato, mas não custa nada sonhar.

Agora eu tô esperando resultado da FUVEST. E não vou mentir, eu não quero ir pra São Paulo. Tá, USP é USP, mas São Paulo me tira do sério.


Então é isso. Pra terminar, deixo aqui expresso o meu ódio por pessoas bonitas.

1 de janeiro de 2006

Eu comecei esse blog com 15 anos recém completados. Hoje eu tenho quase 19. É, sempre que começa o ano eu penso como o tempo tá passando e como quando eu tinha 15 anos meus planos para o "futuro" eram totalmente diferente do que tá acontecendo agora.

Naquela época eu tinha um namorado, era completamente apaixonada, acreditava que ele era o homem da minha vida. E eu tinha planos de terminar o 3ªº, mudar pro Rio de Janeiro, ir fazer teatro e virar uma bela de uma atriz.
Nada disso aconteceu. Troquei a praia pelo frio de Curitiba, o teatro pelo Jornalismo, o namorado pela solteirice, a vodka pela cerveja, o pulmão pelo Marlboro.

E quer saber de uma coisa? Eu acho que sou bem mais feliz assim.

13 de dezembro de 2005

Bem que meu professor de gramática sempre disse: decepção vem do lugar que a gente menos espera.

Mas o importante é que, numa citação um tanto quanto pop:
estamos indo de volta pra casa :D

15 de outubro de 2005


Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.Tempo de absoluta depuração.Tempo em que não se diz mais: meu amor.Porque o amor resultou inútil.E os olhos não choram.E as mãos tecem apenas o rude trabalho.E o coração está seco.
Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.Ficaste sozinho, a luz apagou-se,mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.És todo certeza, já não sabes sofrer.E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?Teus ombros suportam o mundoe ele não pesa mais que a mão de uma criança.As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifíciosprovam apenas que a vida prossegee nem todos se libertaram ainda.Alguns, achando bárbaro o espetáculo,prefeririam (os delicados) morrer.Chegou um tempo em que não adianta morrer.Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.A vida apenas, sem mistificação.

com preguiça de apertar "enter" nos lugares certos e tudo mais.

mas Carlos Drummond é Carlos Drummond. E chega!

28 de setembro de 2005

Show do Weezer foi do caralho. Perdeu quem teve oportunidade de ir e não foi. :O

Então, aqui tá tudo bem, tirando essa chuva que não pára e que já me encheu o saco. Esqueci meu guarda-chuva no colégio um dia e não acharam, tive que comprar um novo. Paguei 13 reais num verde-limão e que eu não dou um mês pra quebrar. Tomar no cu.
Mas o que mais me irrita é lavar roupa, colocar ela bonitinha, cheirosinha no varal e por causa desse tempo nojento ela secar com um cheiro horrível de cachorro molhado e você ter que lavar ela de novo. Esta vida de do lar já tá cansando!

Há menos de 5 semanas pro fim do Extensivo eu sinto como se já não lembrasse mais NA-DA do começo do ano. É desesperador. Mas eu jurei que não vou ficar me torturando mais.
O duro é saber que teu curso é o terceiro mais concorrido, que você precisa tirar 29 pessoas pra entrar e que só são 18 vagas por causa das cotas.

tá, eu tinha alguma coisa de útil até pra escrever aqui, mas esqueci completamente. então tchau.

10 de setembro de 2005

avisa que é de se entregar no viver.

tem hora que eu queria me importar menos com muita coisa, muita gente.
eu me faço de durona, de forte, mas tem gente que sabe exatamente onde é o meu calo e pisa ali com gosto, com prazer, sem medo nenhum se vai doer ou não. e dói, como dói. dói mais do que chutar quina com o dedinho e bater o cotovelo e levar choque.
talvez porque essas são daquelas dores que com um "FILHO DA PUTA" gritado bem alto, passam. no máximo um dia e você nem lembra mais delas.
agora o tipo que eu tô falando não é este e tá beeeeem longe de ser.

enfim, eu ando triste com um monte de coisa, comigo, com os outros.
aí o que a gente faz? bebe cerveja, conversa com os amigos que você tava com saudade, recebe um abraço com cheiro de acqua de gio e tudo fica melhor, sabe? bem melhor.
e por um minuto que seja a paz volta, e volta assim, tão sublime, tão verdadeira que dá aquela vontade de transformar o abstrato em concreto, colocar numa sacolinha e levar pra todos os lugares que você for, pro resto da sua vida.

6 de setembro de 2005

Mas se ela voltar
Se ela voltar
Que coisa linda
Que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca
Dentro dos meus braços os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim
Não quero mais esse negócio
De você longe de mim...
Vamos deixar desse negócio
De você viver sem mim...

1 de setembro de 2005

TPM chegou aqui e não quer ir embora. Ai que beleza.

Amanhã eu vou pra casa. Uma semana inteiriiiiinha de folga. Aí sim, hein.

E ó, vou falar uma coisa: eu ando sem paciência pra algumas coisas/pessoas. E não, não é por causa da tpm. Porque isso já vinha rolando de beeeem antes.
Eu só não agüento mais essa necessidade de se mostrar diferente pros outros, de mostrar atitude, de mostrar conhecimento quando na verdade não passa de um zero à esquerda. Só isso. Cresçam e apareçam, aí vocês podem vir se pagar do que quiser pra mim que eu vou abaixar a cabeça e concordar com tudinho.
Eu não sou na-da também. NA-DA. Mas pelo menos tenho isso no cabeça e acredito que esse seja o primeiro passo pro crescimento. Saber que não sabe nada, que não é nada.

Enquanto se vive a falsa ilusão do conhecimento, do saber, da experiência, você não caminha. Você fica parado no mesmo ponto pra sempre. Ou sendo um pouco mais otimista, até o dia em que a ficha cai e você percebe quão grande o mundo é e como você NÃO É UM PINGUINHO DE LUZ que chama a atenção por onde passa, que impressiona todo mundo e toda essa baboseira.

Conformem-se, somos todos umas merdinhas.
Foda é o Roberto Jefferson, isso sim. HAHAHAHAHAHA

5 de agosto de 2005

Oi, eu sou a Flávia e tenho só 18 anos. É, só mesmo. Bem pouco, sou uma merda, dependo dos meus pais, choro quando ninguém tá vendo, gasto meu dinheiro quase que todo em cigarro e faço cursinho.
Mas apesar de todas essas coisinhas que me fazer uma merda no mundo, eu tenho princípios e não tenho mais a cabeça dos 15 anos, que aceitava tudo, abaixava a cabeça pra pessoa por quem estava com borboletas no estômago, ficava quieta quando a vontade era falar "vai tomar no seu cu, seu grande filho de uma puta".
Não, eu não faço mais isso, eu não aceito mais isso.
Eu não aceito mais migalha e nem meia atenção. Não aceito mais ter alguém pela metade e ficar insegura. Não aceito me sentir totalmente vulnerável.
Aí o que eu faço? Eu falo: ou caga ou sai da moita.
Porque eu tenho meus amigos, tenho minhas irmãs, tenho meus rolos e minhas esquizitices. Adoro ficar sozinha, adoro não, amo. A Solteirice me conquistou de vez e eu preciso de um ÓTIMO motivo pra largar ela. Preciso que me provem que vai valer a pena. E na boa? Não tá valendo mesmo.
Pode parecer drama e até é, afinal eu também sou dramática e intensa. Já falei que não gosto de sentimento vazio? De beijo por beijo, de sexo por sexo e de abraço que não seja apertado.
Eu tenho 18 anos mas já passei por coisa que a maioria das minhas amigas nunca passaram e nem vão passar tão cedo. E eu cresci, mais rápido do que o normal e hoje eu já tenho consciência disso.
E não tenho mais problema nenhum em ficar com o coração apertado enquanto falo que não dá, não quero, não é pra ser, que definitivamente, não vai ser.

Meu tempo de brincar de casinha e de esperar príncipe encantado já passou faz tempo. Agora eu quero atitude e exercício, porque sem treinamento nada dá certo. Nada mesmo.

19 de julho de 2005

Últimos dias de:
Ir dormir tarde, acordar tarde, não estudar, beber de dia de semana, ter dinheiro dos pais quando acabar o seu, Evandro, Daiany, Rebola, Dayane, Pedro, Giulia, de ter minhas irmãs pertinho e dar risada com elas, de abraçar a mãe quando precisar, de brigar com o pai toda hora e depois se arrepender, de ter comida na mesa quando quiser, geladeira cheia, dispensa com bolacha de todos os tipo, telefone fixo, internet de graça, banho quente de verdade, água quente pra lavar a mão.

Últimos dias de ficar na minha casa que não sei mais se é minha casa, tem hora que a impressão é que eu sou visita mesmo. Minha casa é outra já.
Últimos dias com meus amigos que eu sei que são meus amigos mesmo, disso eu não duvido.

É, galera. A mamata acabou. Segunda a gente volta pro batente e o vestibular tá aí. E ai de mim se não passar em nada, denovo!

E tem info novo ali do lado. Só clicar no MAIS e ler. Copiei a Lisa que copiou a minha paixão por Amélie. Então estamos quites! hahaha

13 de julho de 2005

everyday i love you less and less.

Quase tudo certo, já tenho um apartamendo em Curitiba. Não é lá grandes coisas mas dá pra viver. É um prédio mais antigo mas o aluguel é muito baratinho e eu não sou fresca.

Férias tá bom, eu tô dormindo bastante e fazendo algumas coisinhas que tavam atrasadas.

E só pra constar: eu odeio meu ciclo menstrual.
hahahaha

5 de julho de 2005


Your day breaks, your mind aches
You find that all the words of kindness linger on
When she no longer needs you
She wakes up, she makes up
She takes her time and doesn't feel she has to hurry
She no longer needs you
You want her, you need her
And yet you don't believe her when she said her love is dead
You think she needs you
You stay home, she goes out
She says that long ago she knew someone but now he's gone
She doesn't need him
Your day breaks, your mind aches
There will be time when all the things she said will fil your head
you won't forget her

And in her eyes you see nothing
No sign of love behind the tearsCried for no one
A love that should have lasted years!

Quer saber? NUNCA essas bandas atuais vão batar eles, esses caras eram do caralho.
E é isso, sabe.
É só isso que eu tava pensando. Eu me tornei vazia no momento em que eu perdi um coisa, uma pessoa, uma oportunidade.
Mas quem sabe eu não estivesse feliz do mesmo jeito. E entre estar triste antes e triste com a vida que eu tô tendo agora, escolho o agora.
E quem é que vai dar ouvidor pra uma menina que tá é com TPM?
Eu não acredito em vocês.
Minha professora já dizia que paixão dura dois meses e amor eterno dura dois anos.
Façam suas apostas. Eu não dou um ano pra tá tudo no lixo

27 de junho de 2005

nothing hurts me at all

Eu virei um cubinho de gelo.
Quando eu acho que tô amolecendo percego que tava é enganada.
A verdade é que eu prefiro viver o "foda-se way of life".
É bem mais fácil, mais divertido, mais tranqüilo.

Sexta feira eu vou pra casa da minha vó e lá por terça eu vou pra miiiinha casa. Finalmente, eu não agüento mais esse lugar, sabe? Não agüento mais olhar pra minha apostila, fazer exercícios, ter sono, não poder dormir até tarde e não ter dinheiro.
Quero minha cama, meu quarto, meu sofá grandão da sala, minha tv a cabo, meu computador e o colinho da mãe.
E eu quero o Evaaaaaaaaaaaaaaandro.
Eu nunca senti tanta saudade assim de alguém, sério.
Como eu amo aquele menino ;(

11 de junho de 2005

Véspera de dia dos namorados.
Começo meu dia fazendo um simulado filho de uma puta, almoço uma comida extremamente mais ou menos, assisto globo esporte depois do almoço (não agüento mais) e depois venho pra Sabrina.
Não vou mentir que nessas horas dá vontade de ter um namoradinho.
Sábado a tarde e domingo o dia todo são os dias que dão mais vontade na verdade.

Aí pra esquecer tudo isso, o que a gente faz? Vai naquele Bar (sabe?), bebe kaiser achando que é cerveja decente, vira uma ypioca e sai dançando e dando bundada em todo mundo.
E então você se lembra que a vida de solteiro é tão mais legal, tão mais animada, tão mais divertida e tudo mais que esquece que amanhã é o 3º dia dos namorados que você não recebe nem dá um presentinho.
E assim a gente vai levando, tampando o sol com a peneira e pensando que o menino que tá ali do teu lado te vê também "daquele" jeito.

ê, beleza.